Malware no Iphone
10 de novembro de 2009
A F-Secure, empresa especializada em segurança da informação, detectou o primeiro worm de Iphone, identificado como Ikee. Apesar de estar se propagando rapidamente, o worm só é capaz de infectar dispositivos que foram destravados. Ao passar pelo processo chamado de “jailbreak”, os mecanismos de proteção do iPhone são removidos, permitindo que os usuários habilitem qualquer software que desejarem no aparelho. Os proprietários do iPhone infectado notarão que o seu wallpaper foi alterado para uma foto do cantor Rick Astley, que exibe a seguinte mensagem: “ikee is never going to give you up”. Este worm ataca usuários que destravaram o celular, mas não alteraram a senha de administrador. Ele procura por iPhones vulneráveis ao analisar uma variedade de endereços IP de outros aparelhos — a maioria na Austrália. Até o momento, não houve a confirmação de sistemas atacados de outros países. Depois que o Ikee infecta um telefone, ele desabilita o serviço SSH – pacote de programas que aumenta a segurança de um sistema de redes. A F-Secure recomenda aos usuários que possuem o iPhone destravado, alterar a senha de administrador. O criador do worm publicou o código fonte completo das quatro variantes existentes deste malware. Isto significa que, em breve, e rapidamente, haverá mais variantes, provavelmente mais nocivas, que causarão maiores danos.
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10 de novembro de 2009 às 10h48
Encostou, pagou
5 de novembro de 2009
A MasterCard, junto da Credicard e Redecard, anunciaram o lançamento do sistema de pagamento sem contato. A primeira cidade a receber a novidade será o Rio de Janeiro. Cerca de seis mil usuários do cartão de crédito da MasterCard já podem utilizar o PayPass, nome do serviço, no transporte público, bondinho do Pão de Açúcar, seis restaurantes do McDonalds e na rede de cinemas UCI. A tecnologia apresentada consiste em um chaveiro com um chip. Com funcionalidade semelhante a um cartão de crédito, o usuário encosta o chaveiro em um aparelho e pronto, realizou sua compra. Não é necessário digitar senha ou assinar autorização. Gilberto Cadart, presidente da MasterCard Brasil, acredita que por se tratar apenas de transações de valores pequenos, a falta de uma senha não compromete a segurança. “O cliente pode cadastrar um limite de gasto diário. Em caso de perda ou roubo, ele só precisa ligar e informar seu nome para bloquear o cartão. Os gastos que ele não realizou não serão repassados”. O sistema funcionará como piloto nos próximos dois meses. O teste será feito com 1% do total de clientes da MasterCard no Estado do Rio de Janeiro, que totaliza cerca de 600 mil pessoas. Segundo Leonel Andrade, presidente da Credicard, a expectativa é que nos próximos seis meses o PayPass seja utilizado por 200 mil clientes da rede, só no Rio de Janeiro. A escolha da capital carioca se deu, segundo os executivos, devido sua futura exposição mundial com a realização de Copa do Mundo e Olimpíada. Outro fator determinante foi o total de clientes da MasterCard no Rio, e também o nível de uso do cartão de crédito no Estado, um dos maiores da empresa no País, segundo Henrique Capdeville, diretor de planejamento estratégico da Redecard. Nos primeiros seis meses do sistema, não haverá anuidade ou qualquer taxa para o cliente do PayPass. O valor de crédito inicial será de R$ 200, e a MasterCard dará R$ 20 de bônus para quem for testar a novidade. A ideia é ampliar os serviços para outras cidades do País e da América Latina. “Não temos um cronograma definido. Queremos saber a aceitação no Rio e esgotar os serviços na cidade”, explica Gilberto, da MasterCard. Criado para facilitar pagamentos de valores maiores, o crédito vem mudando sua relação com o consumidor. Utilizado também para valores pequenos, fica a questão da viabilidade de seu uso para empresas menores. Para o presidente da rede de cartões, o cartão de crédito estimula o gasto pelo consumidor. “A facilidade e a conveniência faz com que o cliente acabe gastando mais do que gastaria se fosse pagar com dinheiro. Cabe ao varejista avaliar se vale a pena ou não utilizar o sistema, mas acreditamos que ele só tem a ganhar”.
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Encostou, pagou
5 de novembro de 2009 às 12h18 Por Obede Júnior

