Aruba Networks
16 de dezembro de 2009
A Aruba Networks é uma fornecedora de soluções de mobilidade que permitem acesso seguro às aplicações de dados, voz e vídeo para redes empresariais com ou sem fio.
Com sede em Sunnyvale, Califórnia, tem operações nas Américas, Europa, Oriente Médio e regiões da Ãsia Pacífico em mais de 130 países através de parceiros.
Com mais de 8.000 clientes no mundo inteiro Aruba oferece um serviço de infra-estrutura corporativa sem fio segura, confiável, gerenciável e escalonável. Só a Aruba pode fornecer os elementos essenciais necessários para otimizar sua rede oferecendo uma vantagem sem precedentes na redução de custos e da complexidade, enquanto fornece acesso à rede altamente segura e confiável para seus usuários onde quer que trabalhem ou vaguem.
A arquitetura Aruba “rightsizing” possibilita que os usuários circulem em diferentes locais dentro da empresa e fora dela garantindo o acesso seguro a todos os recursos da rede. Com a arquitetura ”rightsizing”, os departamentos de TI podem gerenciar o acesso dos usuários à rede, aplicando políticas corporativas de maneira consistente, a partir de um único ponto de controle.
A LDC Soluções é parceira Aruba Networks há três anos.
ISO 31000: O Novo Padrão para Gestão de Riscos
16 de dezembro de 2009
Nesta entrevista Alberto Bastos, Sócio-fundador da Módulo e Coordenador no Brasil da Comissão Especial da ABNT, que participou das reuniões internacionais para desenvolvimento da norma, fala sobre as principais diferenças e benefícios desta nova norma a redação do Portal.
Da Redação Publicada oficialmente em 13 de novembro de 2009, a ISO 31000 foi desenvolvida por um grupo de especialistas representantes de mais de 30 países e tem por objetivo servir como um guia mestre para Gestão de Riscos. Em conjunto com a ISO 31000 foi publicada também a nova versão do ISO Guide 73, revisado pelo mesmo grupo. O Brasil participou ativamente desse desenvolvimento enviando comentários e sugestões através da Comissão Especial de Estudo Gestão de Riscos da ABNT, que atualmente possui mais de 400 participantes de empresas e organizações dos mais variados segmentos como Indústria, Bancos, Seguros, Tecnologia, Energia, Universidades, Telecomunicações, Saúde, Agronegócios, Segurança dentre outros. 1. Existe atualmente uma série de normas para gestão de riscos, que em um primeiro momento parecem similares. Por que adotar a norma ISO 31000? A criação de padrões é um elemento fundamental para desenvolver uma linguagem comum, sistemas de gestão, normas e procedimentos para orientar as organizações como um todo e disseminar a cultura de Gestão de Riscos. Atualmente existem vários padrões que se complementam de alguma forma. A idéia a partir de agora é usar a ISO 31000 como referência em todos estes padrões que envolvam Gestão de Riscos. O objetivo da ISO 31000 é ser a “norma-das-normas” para Gestão de Riscos, seja este risco ambiental, operacional ou financeiro aplicáveis as organizações de todos os tipos e tamanhos. 2. Com a norma ISO 31000 o senhor acredita que a tendência das organizações será manter a Gestão de Riscos integrada (ambiental, financeira, segurança da informação, etc)? O lançamento da ISO 31000 representa um grande marco para a integração destas áreas e funções nas organizações. A norma recomenda que as organizações desenvolvam, implementem e melhorem continuamente uma estrutura cuja finalidade é integrar o processo para gerenciar riscos na governança, gestão, políticas, valores e cultura em toda a organização. 3. As empresas que já utilizam modelos de Gestão de Riscos devem adotar imediatamente a ISO 31000? Qual a estimativa de tempo para adoção da norma? Em um primeiro momento é preciso adquirir e conhecer o documento, que contém apenas 24 páginas, proporcionando uma leitura bem rápida. A partir de então, deve-se escolher o melhor modelo para implementar a estrutura em sua organização. Como a ISO 31000 não é uma norma de certificação, a urgência em seguir rigidamente alguns passos é menor. Já o tempo de adoção pode variar em cada organização. Em uma empresa de grande porte pode levar de 3 a 4 anos em média, dependendo do escopo. 4. Existe a tendência de criar novas normas da série 31000 extinguindo outras? Foi lançada recentemente a norma ISO 31010: Risk Management – Risk assessment techniques, cujo escopo é fornecer orientações sobre a definição e aplicação de técnicas e sistemáticas para avaliação de riscos. Este padrão também não se destina a certificação e complementa a ISO 31000 com métodos e técnicas detalhadas. 5. Qual a importância da ISO Guia 73 em todo esse contexto? Especificamente sobre o Guia 73, é importante que as organizações adotem os conceitos e terminologia para criar uma linguagem comum nas diferentes áreas, funções e processos que de alguma forma lidam com gestão de riscos. 6. Qual a relação entre as normas 27001, 27002 e 27005 com a 31000? A ISO 31000 substitui a ISO 27005? A ISO 31000 não substitui nenhuma norma existente. A ISO/IEC 27005 faz parte do conjunto de normas da série de 27000, sobre um sistema de gestão de Segurança da Informação, onde inclui: 27001 e 27002. Essa norma apresenta as melhores práticas e possibilita o aprofundamento em aspectos exclusivos da Segurança da Informação, já a ISO 31000 é mais genérica contempla todos os setores. Existe atualmente uma força tarefa em andamento para que a ISO 27005 seja imediatamente revisada e alinhada com a ISO 31000. 7. As normas já estão disponíveis em português? No Brasil, ambas as normas foram traduzidas e publicadas pela ABNT em 30 de novembro, como normas brasileiras, ABNT NBR ISO 31000 e ABNT ISO Guia 73. As normas podem ser adquiridas no site da ABNT: http://www.abntcatalogo.com.br ao preço de R$ 74,80 (ABNT NBR ISO 31000:2009) e R$ 49,70 (ABNT ISO GUIA 73:2009) 8 – Quais são os próximos passos do Comitê de Gestão de Riscos? Vamos iniciar o planejamento estratégico para estabelecer objetivos e metas da comissão bem como definir os próximos passos do grupo. Algumas idéias já existem, desenvolvimento de normas internacionais de Gestão de Riscos e continuidade de negócios. 9 – Como devem proceder os interessados em colaborar ou conhecer os detalhes sobre as atividades desse comitê? Os interessados devem enviar email para abastos@modulo.com.br
14 Dez 2009| FONTE – Da Redação (Modulo Solutions for GRC)
F5 Networks tem novo diretor-geral
14 de dezembro de 2009
A F5 Networks anuncia André Mello como novo diretor-geral da unidade brasileira. Atuante no mercado há 10 anos, Mello está na empresa desde 2008, quando ingressou como diretor-comercial da companhia. A ideia é que o executivo conduza a empresa a um processo de expansão local, a começar pela área de grandes contas, para a qual Mello já realizou a contratação de um gerente, e também pelo incremento do ecossistema de canais e parcerias. Um maior alcance aos mercados do Sul, Centro-Oeste e Nordeste também estão nos planos de Mello. O diretor é formado em engenharia elétrica na Unesp, com pós-graduação no Sydney College (Sydney, Austrália) e MBA na FIA/USP.
por Reseller Web 14/12/2009
Brasil é lider em spams
11 de dezembro de 2009
País toma posição dos Estados Unidos e aparece como o que mais envia e-mails indesejados no mundo
Responsável por 2,7% dos spams enviados em 2008, o Brasil viu saltar para 7,7% sua participação no volume total enviado neste ano. Em contrapartida, o volume norte-americano caiu mais de 20%, segundo dados da pesquisa, e passou a responder por 6,6% do total.
De acordo com o relatório, os países emergentes representam 55% das mensagens indesejadas enviadas em todo o mundo. O dado é justificado ainda pelo avanço da Ãndia, que ocupa a terceira colocação com crescimento superior a 130%.
Capital humano é o foco
10 de dezembro de 2009
Capital humano é o foco
Mais do que otimizar a produtividade e crescer no mercado interno ou externo, a gestão de pessoas é considerada prioridade principal dos próximos três anos para sete a cada dez CEOs latinoamericanos. é o que aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10/12) feita pela consultoria Korn/Ferry International com 365 presidentes de empresas formadoras de tendências na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela e também em Miami (EUA). Entre os brasileiros, esse índice sobe para 74% enquanto em alguns setores específicos, como Saúde/Farma/Ciências da Vida, chega a 81%. De acordo com a Korn/Ferry, esse é um indicativo importante de uma mudança de paradigma na gestão. Para conquistar melhores resultados e responder às pressões e novas demandas, os presidentes começam a investir pesado em seu capital humano como um instrumento para transformação e aumento do impacto nos resultados. A expansão no mercado local e global é apontada como um das prioridades por 54%, enquanto a otimização de produtividade aparece em seguida com 39%. Porém, segundo estudo, comparado com pesquisa feita em 2003 a preocupação com a formação de talentos é algo recente dentro das companhias da região. “Esse é um amadurecimento importante que acompanha as mudanças no ambiente de trabalho”, avalia Sérgio Averbach, presidente da Korn/Ferry para a América do Sul. Segundo os presidentes entrevistados, entre os principais motivos desse novo foco está a chegada da geração Y (nascidos após 1980) ao mercado de trabalho. Os novos profissionais são responsáveis por mudanças mais frequentes e profundas nas relações com as empresas, especialmente no que diz respeito ao aumento da distância entre o indivíduo e a organização – a menor ligação com o trabalho (16%) e o melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (10%) são as razões mais apontadas pelos executivos. Nesse cenário, a necessidade de compreender a diferença entre engajamento e lealdade torna-se crítica para as empresas. Muitas vezes, colaboradores mais antigos nas companhias podem ser vistos como mais leais e menos engajados em mudanças ou em esforços de transformação. O oposto acontece com os jovens profissionais da geração Y. A chave está em entender as diferenças e investir na implementação de programas de desenvolvimento de carreiras que enderecem claramente as especificidades de cada perfil e equipe, sempre de olho na retenção dos principais talentos – e com atenção especial aos high potentials. Para isso deve-se focar em estratégias e programas específicos que são mais eficientes e com retorno sobre o investimento claramente superior. Para 86% dos executivos, a competência mais forte em sua equipe de liderança é “Entender o Negócio”. Já outros 56% apontam que, entre as sete competências mais importantes a serem desenvolvidas, está a habilidade de inovar, isto é, “Criar o Novo e o Diferente”. Dos entrevistados, 78% acreditam que investir no desenvolvimento dos profissionais é o melhor caminho para a transformação dos atuais talentos em novos líderes.
Fonte B2B magazine > Canais > Gente B2B – 10 de dezembro de 2009 às 12h43
Fortinet
9 de dezembro de 2009
A LDC Soluções é revenda certificada Fortinet há 05 anos e possui mais de 300 appliances implantados em Minas Gerais.
Fortinet é uma companhia sediada em Sunnyvale, Califórnia, especializada em equipamentos de segurança de rede. A linha de produtos emblemática da Fortinet é vendida sob a marca do FortiGate. O Fortigate™ é um appliance da marca Fortinet que implementa todas as funções de segurança de gateway em tempo real sem comprometer a performance das redes e oferecendo todos os níveis de proteção para combater as ameaças mais sofisticadas. Sua performance sem precedentes deve-se ao chip customizado desenvolvido pela Fortinet que o coloca à frente de qualquer appliance baseado em tecnologia Intel disponível no mercado. Fortigate detecta e elimina as ameaças mais perigosas do tráfego Web ou via email como vírus, worms, intrusos, conteúdo Web não permitido e muito mais, inspecionando todo o tráfego, inclusive o criptografado como HTTPS. Além da proteção no nível de aplicação, os appliances Fortinet implementam firewall, vpn, ids/ips, traffic shaping, DLP, wan optimization, layer 2/3 de roteamento, controles de aplicação, suporte VOIP (H. 323. e SCCP) e proteção anti-spam em plataformas de fácil gerenciamento. O produto oferece tecnologia superior com funções únicas em UTM como DLP, aceleração de rede e segurança em protocolos https, pops e imaps.
A Fortinet possui em seus produtos diversas certificações como: NSS, CE, FCC, ICSA, UL, VCCI e outras.
F5 Networks
9 de dezembro de 2009
F5 Networks é nosso mais recente parceiro.
A F5 fornece soluções que tornam os aplicativos seguros, rápidos e disponíveis para todos, ajudando as companhias a obter melhor retorno pelo seu investimento. Ao implementar inteligência e gerenciabilidade na rede para transferir a carga de aplicativos, a F5 os otimiza, permitindo que eles trabalhem mais rapidamente e consumam menos recursos.
Cada rede corporativa é única, com uma combinação diferente de aplicativos, localizações geográficas, limites de banda e todos os desafios relacionados com isso. Os produtos da F5 apresentam a flexibilidade necessária para atender praticamente a qualquer requisito da rede. As Soluções F5 oferecem o suporte necessário para selecionar, aplicar e configurar os produtos da F5. Dessa forma, você alcançará segurança, confiabilidade e desempenho.
Gerenciar a distribuição de aplicativos em redes múltiplas é um problema complexo. As organizações tentam resolver esse impasse de várias formas diferentes: adquirindo uma banda larga mais potente, instalando servidores adicionais e até reprogramando aplicativos. No entanto, essas estratégias são caras e só parcialmente eficazes. A implementação de Produtos da F5 geralmente é muito menos custosa e resolve os problemas de forma mais direta e eficiente.
Um dos principais produtos F5 Networks é o Big-IP que trata-se de um equipamento de Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos (Application Traffic Management). O Bip-IP é a solução para o gerenciamento do tráfego local de aplicativos, assegurando de forma financeiramente viável a disponibilização segura de aplicações corporativas, remotas e serviços Web.
Entidades se unem para transformar indústria brasileira de TI na segunda maior do mundo
9 de dezembro de 2009
Sob o selo Brasil IT +, representantes ambicionam entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global de software e serviços
Não é de hoje que a indústria nacional de tecnologia da informação quer uma fatia do mercado global. Há anos, os representantes do setor lançam iniciativas para ganhar representatividade. Os avanços eram percebidos lentamente. Mas, agora, isso deve mudar. Entidades resolveram se aproximar para acelerar a expansão ao mercado externo por meio de uma ação comum.
Sete representantes da iniciativa privada do setor somaram forças com entidades governamentais para impulsionar o software e o serviço brasileiros na criação de uma nova marca para a divulgar a TI “made in Brazil” mundo afora. As entidades setoriais trabalham com a missão de transformar o Brasil no segundo maior provedor de tecnologia da informação e comunicações do mundo.
O que desde 2004 chamava-se Brazil IT transformou-se em Brasil IT +, com S escrito em azul, verde e branco e sublinhado com a frase “value beyond expectations”. Os próximos passos desta empreitada residem na implantação de uma estrutura de gestão de marca e na garantia que a indústria tenha representatividade no setor.
A estratégia apoia-se em quatro pilares: a origem brasileira, porte do setor no país, habilidade de construir parcerias e capacidade de tornar-se player relevante.
O movimento objetiva a criação de uma linguagem visual única. A iniciativa foi concebida no âmbito de um dos Projetos Setoriais Integrados (PSI) desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
“Durante muito tempo, a brasilidade tinha conotação negativa”, comenta Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil, uma das organizações por traz da iniciativa, sinalizando que agora os ventos mudaram. “Temos elementos para construir uma imagem forte e sustentável do segmento de TI”, enfatiza.
“Em nossa pauta de exportação, o setor de TI tem tido destaque”, comenta o ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge. Na visão dele, qualquer política industrial moderna tem que ter inovação e tecnologia como elementos indispensável. “é um passo importante para que possamos ocupar melhor o mercado de TI. Mas uma marca sozinha não faz negócio”, sentencia, apontando que é fundamental colocar em prática ações para apoiar a nova marca na geração de negócio.
“A questão da marca é importante para que o país passe a ser reconhecido como player global”, avaliou o secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), Augusto Gadelha, salientando que os provedores brasileiros precisam se posicionar nas lacunas deixadas pelas companhias indianas.
“Dificilmente, a Ãndia perderá o espaço que ocupa”, reconhece Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da Associação para Promoção de Excelência do Software Brasileiro (Softex), apontando que a ambição brasileira é abocanhar uma fatia entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global.
Na visão de Antonio Gil, presidente da Brasscom, o Brasil vive um “momento mágico”. O executivo aponta o País como centro de excelência no uso de TI pela vertical de finanças, governo e manufatura.
Segundo Bacha, hoje o setor de TIC representa algo em torno de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Mas a representatividade poderá ser maior em alguns anos. De acordo com o vice-presidente da Softex, 5,2% das receitas das empresas de software e serviços de TI são investidos em inovação, além disso, o Brasil já se transformou no terceiro maior mercado de PCs do mundo, atrás apenas de China e Estados Unidos.
As empresas brasileiras exportarão algo em torno de US$ 3 bilhões em software e serviços de TI até o fim de 2009. As projeções são para elevar esta quantia a US$ 3,5 bilhões, quando o mercado de offshore mundial movimentará US$ 101 bilhões. O mercado brasileiro movimentou US$ 29,4 bilhões, em 2008. O setor de software gerou, no mesmo ano, recursos da ordem de US$ 3,2 bilhões.
Apoiaram o movimento a Softex, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), MDIC, MCT, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu) e da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo).
Fonte – IT Mídia – por Felipe Dreher / IT Web - 08/12/2009
Ruckus Wireless
9 de dezembro de 2009
A LDC Soluções está apta a desenvolver, implantar e acompanhar projetos Ruckus Wireless. Solicite-nos uma visita no ruckus@ldc.com.br ou pelo 34 3318 1624.
Ruckus Wireless™ é uma empresa privada pioneira na tecnologia Wi-Fi fundada em junho de 2004, no Vale do Silício, Califórnia, E.U.A.. A empresa projeta, fabrica e comercializa produtos “Smart Wi-Fi” e sistemas Smart Wireless LAN (WLAN), baseados em patentes da tecnologia Wi-Fi.
Nomeada “Technology Pioneer” pelo World Economic Forum, Ruckus Wireless é amplamente reconhecida pelo desenvolvimento da primeira tecnologia Smart Wi-Fi da indústria. Smart Wi-Fi utiliza tecnologias relacionadas com antenas sofitiscadas e qualidade de serviço para ampliar a cobertura de sinais Wi-Fi, evitando interferências automaticamente e ajustando-se dinamicamente para fazer face às alterações ambientais. Isso resulta em um sistema Wi-Fi, com maior cobertura e confiabilidade.
Os clientes empresariais incluem escolas, hotéis, hospitais, instalações fabris e muito mais, incluindo: Maginet, Lodgian Hotels, o Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, Community Medical Center, Delta Distrito Escolar, Intercontinental Hotels, JW Marriott Xangai, Sandals Resorts, BP, ADI Logística e outras.
A Ruckus tem como clientes uma grande e diversificada base de operadores de telecomunicação de classe mundial, incluindo: PCCW (Hong Kong), a Belgacom (Bélgica), a Deutsche Telekom (Alemanha), Telefonica del Sur (Chile), Telecom áustria, SingTel (Singapura), TeliaSonera (Escandinávia), e muitos mais.
Ruckus Wireless vende os seus produtos no mundo inteiro através de canais directos e indirectos. Até o momento, mais de 500.000 sistemas Wi-Fi Ruckus foram despachados e mais de um milhão de pontos de acessos equipados com a tecnologia patenteada Ruckus-BeamFlex™, foram vendidos ao redor do mundo.
A Ruckus Wireless comercializa duas emblemáticas linhas de produtos: ZoneFlex™ Smart Wireless LAN sistemas para empresas e MediaFlex™ Smart Wi-Fi produtos para os prestadores de serviços. Para gerenciar remotamente esses produtos, FlexMaster™ oferece funcionalidades avançadas para controlar e administrar os pontos de acesso Ruckus Smart Wi-Fi e sistemas Smart WLAN.
Mais informações em www.ruckuswireless.com

