FortiMail obtém Prêmio Top para VBSpam da Virus Bulletin Awards
21 de janeiro de 2010
A Fortinet ® – fornecedor de appliances de segurança de rede e líder mundial de gerenciamento unificado de ameaças (UTM), anunciou que seu FortiMail ™ (appliance de segurança de e-mails) foi premiado com o mais alto nível do Virus Bulletin: “certificação Platina” nos Prêmios VBSpam.
O pessoal da Virus Bulletin testou 13 FortiMail entre outros produtos anti-spam para as taxas de detecção e número de falsos positivos. O produto FortiMail da Fortinet foi um dos dois únicos produtos que atingiram a certificação Nível Platina, que é dada aos produtos com uma taxa de captura de spam duas vezes mais elevada e uma taxa de falsos positivos tão baixa quanto o dobro da média no teste.
“FortiMail teve um forte apoio de empresas no mundo todo, e ser certificada como um produto Nível Platina pela Virus Bulletin é uma validação adicional de que o FortiMail é um forte “anti-spam’s”, disse Anthony James, vice-presidente de produtos da Fortinet. “Estamos entusiasmados em ter o nosso appliance FortiMail certificado pelo Virus Bulletin com o maior prêmio de nível VBSpam. Isso ressalta a nossa dedicação em oferecer aos clientes, poderosos e diferenciados produtos de anti-spam, para satisfazer as suas necessidades de segurança em constante evolução.
FortiMail (appliance de segurança de e-mails) é uma plataforma multi-camadas de segurança de correio eletrônico que elimina o spam indesejado e proporciona a máxima proteção para e-mails relacionados com ameaças combinadas. FortiMail permite às empresas aumentar a produtividade através da redução de mensagens de spam indesejado e facilita o cumprimento regulamentar através de conteúdos de e-mail avançado, arquivamento e encaminhamento.
Sobre a Fortinet – www.fortinet.com
A Fortinet é uma fornecedora de dispositivos de segurança de rede e líder no mercado de Unified Threat Management ou UTM. As soluções da Fortinet foram construídas a partir do zero para integrar múltiplos níveis de proteção – incluindo firewall, VPN, antivírus, prevenção de intrusões, filtragem de conteúdo Web, prevenção de spyware e antispam – planejadas para ajudar os clientes a proteger-se contra ameaças de rede e nível de conteúdo. Aproveitando um ASIC personalizado e interface unificada, as soluções da Fortinet oferecem funcionalidade de segurança avançada, escritório remoto a soluções baseadas em chassis com gerenciamento e relatório integrados. As soluções da Fortinet ganharam diversos prêmios ao redor do mundo e são os únicos produtos de segurança que são certificados em cinco vezes pela ICSA: firewall, antivírus, IPSec VPN, IPS e Antispam. Fortinet é uma companhia sediada em Sunnyvale, Califórnia.
Copyright © 2009 Fortinet, Inc. All rights reserved. The symbols ® and ™ denote respectively federally registered trademarks and unregistered trademarks of Fortinet, Inc., its subsidiaries and affiliates. Fortinet’s trademarks include, but are not limited to, the following: Fortinet, FortiGate, FortiGuard, FortiManager, FortiMail, FortiClient, FortiCare, FortiAnalyzer, FortiReporter, FortiOS, FortiASIC, FortiWiFi, FortiSwitch, FortiVoIP, FortiBIOS, FortiLog, FortiResponse, FortiCarrier, FortiScan, FortiDB and FortiWeb. Other trademarks belong to their respective owners. Fortinet has not independently verified statements or certifications herein attributed to third parties.
Perigo: McAfee alerta sobre a sofisticada ameaça Operação Aurora
18 de janeiro de 2010
De acordo com especialistas da companhia, Blaster, Code Red e outros worms de alto risco são definitivamente coisa do passado. Agora a vulnerabilidade tornou-se mais sofisticada e atua sobre todas as versões do Microsoft Internet Explorer.
Para a McAfee, a Operação Aurora está novamente alterando o cenário de ciberameaças. Esses ataques mostraram que empresas de todos os setores são alvos muito lucrativos. Muitas se mostram extremamente vulneráveis a esses ataques direcionados, oferecendo um bem extremamente valioso: a propriedade intelectual.
De acordo com especialistas da companhia, Blaster, Code Red e outros worms de alto risco são definitivamente coisa do passado. Agora a vulnerabilidade tornou-se mais sofisticada e atua sobre todas as versões do Microsoft Internet Explorer.
Para a McAfee, a Operação Aurora está novamente alterando o cenário de ciberameaças. Esses ataques mostraram que empresas de todos os setores são alvos muito lucrativos. Muitas se mostram extremamente vulneráveis a esses ataques direcionados, oferecendo um bem extremamente valioso: a propriedade intelectual.
Fonte: Por Redação IP News – 18 de Janeiro de 2010
Brasil é o 2º País que mais usa o Twitter
18 de janeiro de 2010
De acordo com pesquisa da empresa Sysomos, o País responde por 8,8% do total de usuários do microblog Para enviar essa notícia é preciso efetuar o login, Aqui. 15 de Janeiro de 2010 às 10:27 A- A+ 8,8% dos usuários do microblog são brasileiros Os brasileiros já são a segunda maior população de usuários dentro do microblog Twitter. De acordo com o site ReadWriteWeb, embora a popularidade da rede social nos Estados Unidos tenha sofrido um declínio nos últimos seis meses, o mesmo não aconteceu em outros países, nos quais a presença do Twitter é cada vez mais forte no universo dos internautas. Segundo a pesquisa, feita pela empresa de análise de mídia social Sysomos, o Brasil correspondente à fatia de 8,8% do total de usuários do Twitter, o que confere á nação a segunda posição, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que responde por 50% do total de usuários do microblog no mundo. Apesar do alto índice de participação, os norte-americanos vem perdendo o interesse pela rede social nos últimos meses. De acordo com a pesquisa, em junho de 2009, os usuários dos Estados Unidos representavam 62% do total de internautas cadastrados no Twitter. O índice caiu para 50% na última mensuração. Já no Brasil, o índice de participação cresceu 2% em relação ao último mês de junho. Em terceiro lugar, em número de usuários, aparece o Reino Unido, com uma participação de 7,2% e, em quarto lugar, ficou o Canadá, com 4,35% de participação. Em quinto lugar aparece a Alemanha, com uma participação de 2,49% entre os usuários de todo o planeta.
Com informações da Folha Online. Fonte m&monline
Governo chinês estaria envolvido no ataque ao Google
15 de janeiro de 2010
por Thomas Claburn | InformationWeek EUA 14/01/2010
Ciberataques que levaram o Google a reavaliar presença na China atingiram também outras 33 companhias
Em um post de blog lido em todo o mundo, o Google afirmou, na terça-feira (12/01), que ele e ao menos outras 20 companhias de setores como internet, finanças, tecnologias, mídia e químico foram alvos de sofisticados ciberataques em dezembro. Diante da situação, que resultou em violação de propriedade intelectual da companhia, além de um clima de negócios hostil, o Google informou que iria retirar o filtro aplicado em parte das buscas feitas por meio do Google.cn, uma decisão que poderia culminar com o fechamento dos escritórios da companhia na China. Tudo depende, é claro, de como será a reação do governo chinês. A secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, na terça-feira mesmo, expressou preocupação com as informações divulgadas pelo Google e questionou o governo chinês. Ela informou que pretende fazer um discurso na próxima semana centrado na liberdade da internet no século XXI. Um relatório apresentado na terça-feira pela iDefense, uma companhia de segurança da VeriSign, revelou que outras 33 companhias foram alvos de atraques no país asiático. O documento afirma ainda que os envolvidos na operação trabalham diretamente ou em parte para agências de inteligência do governo da República Popular da China. “Duas fontes anônimas e independentes da iDefense confirmaram que fontes de IPs e servidores ligados ao ataque correspondem a uma entidade estrangeira ligada ao governo chinês ou autorizada por ele”, informa o relatório. Eli Jellenc, que lidera a divisão de ciberinteligência da VeriSign iDefense, parou com os comentários de que os ataques haviam partido diretamente da inteligência chinesa. “Não podemos determinar se os hackers eram da agência ou contratados de fora.” A Adobe informou também que ataques sofisticados coordenados foram lançados contra sua rede e de outras companhias no dia 2 de janeiro; a companhia afirmou que o fato está sob investigação. A fabricante disse ainda não ter evidência se alguma informação foi comprometida. Google e Adobe declinaram de prover mais detalhes sobre os ataques, dizendo que tudo está sendo investigado. De acordo com o jornal The Washington Post, a Dow Chemical e Northrop Grumman também podem ter sido alvos de ataques. Outras companhias que poderiam ter sido atacadas ainda não foram identificadas. O CTO da McAfee, George Kurtz, afirmou em um post de blog que sua companhia participa da investigação e que a propriedade intelectual roubada do Google é algum código fonte. Se baseando em um estudo conduzido pela própria empresa de segurança, o executivo lembrou que as corporações perdem mais de US$ 1 trilhão em propriedade intelectual todos os anos por conta do cibercrime e ataques. O documento da iDefense aponta que o ataque sofrido pelo Google e outras companhias em dezembro tem muitas semelhanças aos ataques lançados contra cerca de 100 companhias do setor de TI em julho. Ele usou um arquivo PDF malicioso para empresas a vulnerabilidade “zero-day” no Adobe Reader. “De acordo com fontes familiars com o ataque atual, os hackers lançaram códigos maliciosos contra o Google e outras companhias utilizando PDFs anexados em e-mails; as mesmas fontes também afirmam que os arquivos possuem características similares aos distribuídos nos ataques de julho”, aponta o relatório. “Em ambos ataques, os arquivos maliciosos levavam um Trojan no formato de Windows DLL.” Um porta-voz da Adobe, ao comentar os ataques de dezembro, afirmo que “ainda não há nenhuma evidência que sugira que uma vulnerabilidade no Adobe Reader foi um vetor de ataque neste incidente.” Na terça-feira, a companhia lançou um pacote de segurança para vulnerabilidades no Acrobat e também no Reader.
Fonte: Reseller Web

