Brasil é o 2º País que mais usa o Twitter

18 de janeiro de 2010

De acordo com pesquisa da empresa Sysomos, o País responde por 8,8% do total de usuários do microblog Para enviar essa notícia é preciso efetuar o login, Aqui. 15 de Janeiro de 2010 às 10:27 A- A+ 8,8% dos usuários do microblog são brasileiros Os brasileiros já são a segunda maior população de usuários dentro do microblog Twitter. De acordo com o site ReadWriteWeb, embora a popularidade da rede social nos Estados Unidos tenha sofrido um declínio nos últimos seis meses, o mesmo não aconteceu em outros países, nos quais a presença do Twitter é cada vez mais forte no universo dos internautas. Segundo a pesquisa, feita pela empresa de análise de mídia social Sysomos, o Brasil correspondente à fatia de 8,8% do total de usuários do Twitter, o que confere á nação a segunda posição, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que responde por 50% do total de usuários do microblog no mundo. Apesar do alto índice de participação, os norte-americanos vem perdendo o interesse pela rede social nos últimos meses. De acordo com a pesquisa, em junho de 2009, os usuários dos Estados Unidos representavam 62% do total de internautas cadastrados no Twitter. O índice caiu para 50% na última mensuração. Já no Brasil, o índice de participação cresceu 2% em relação ao último mês de junho. Em terceiro lugar, em número de usuários, aparece o Reino Unido, com uma participação de 7,2% e, em quarto lugar, ficou o Canadá, com 4,35% de participação. Em quinto lugar aparece a Alemanha, com uma participação de 2,49% entre os usuários de todo o planeta.

Com informações da Folha Online. Fonte m&monline

Governo chinês estaria envolvido no ataque ao Google

15 de janeiro de 2010

 

por Thomas Claburn | InformationWeek EUA 14/01/2010

 

Ciberataques que levaram o Google a reavaliar presença na China atingiram também outras 33 companhias

Em um post de blog lido em todo o mundo, o Google afirmou, na terça-feira (12/01), que ele e ao menos outras 20 companhias de setores como internet, finanças, tecnologias, mídia e químico foram alvos de sofisticados ciberataques em dezembro. Diante da situação, que resultou em violação de propriedade intelectual da companhia, além de um clima de negócios hostil, o Google informou que iria retirar o filtro aplicado em parte das buscas feitas por meio do Google.cn, uma decisão que poderia culminar com o fechamento dos escritórios da companhia na China. Tudo depende, é claro, de como será a reação do governo chinês. A secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, na terça-feira mesmo, expressou preocupação com as informações divulgadas pelo Google e questionou o governo chinês. Ela informou que pretende fazer um discurso na próxima semana centrado na liberdade da internet no século XXI. Um relatório apresentado na terça-feira pela iDefense, uma companhia de segurança da VeriSign, revelou que outras 33 companhias foram alvos de atraques no país asiático. O documento afirma ainda que os envolvidos na operação trabalham diretamente ou em parte para agências de inteligência do governo da República Popular da China. “Duas fontes anônimas e independentes da iDefense confirmaram que fontes de IPs e servidores ligados ao ataque correspondem a uma entidade estrangeira ligada ao governo chinês ou autorizada por ele”, informa o relatório. Eli Jellenc, que lidera a divisão de ciberinteligência da VeriSign iDefense, parou com os comentários de que os ataques haviam partido diretamente da inteligência chinesa. “Não podemos determinar se os hackers eram da agência ou contratados de fora.” A Adobe informou também que ataques sofisticados coordenados foram lançados contra sua rede e de outras companhias no dia 2 de janeiro; a companhia afirmou que o fato está sob investigação. A fabricante disse ainda não ter evidência se alguma informação foi comprometida. Google e Adobe declinaram de prover mais detalhes sobre os ataques, dizendo que tudo está sendo investigado. De acordo com o jornal The Washington Post, a Dow Chemical e Northrop Grumman também podem ter sido alvos de ataques. Outras companhias que poderiam ter sido atacadas ainda não foram identificadas. O CTO da McAfee, George Kurtz, afirmou em um post de blog que sua companhia participa da investigação e que a propriedade intelectual roubada do Google é algum código fonte. Se baseando em um estudo conduzido pela própria empresa de segurança, o executivo lembrou que as corporações perdem mais de US$ 1 trilhão em propriedade intelectual todos os anos por conta do cibercrime e ataques. O documento da iDefense aponta que o ataque sofrido pelo Google e outras companhias em dezembro tem muitas semelhanças aos ataques lançados contra cerca de 100 companhias do setor de TI em julho. Ele usou um arquivo PDF malicioso para empresas a vulnerabilidade “zero-day” no Adobe Reader. “De acordo com fontes familiars com o ataque atual, os hackers lançaram códigos maliciosos contra o Google e outras companhias utilizando PDFs anexados em e-mails; as mesmas fontes também afirmam que os arquivos possuem características similares aos distribuídos nos ataques de julho”, aponta o relatório. “Em ambos ataques, os arquivos maliciosos levavam um Trojan no formato de Windows DLL.” Um porta-voz da Adobe, ao comentar os ataques de dezembro, afirmo que “ainda não há nenhuma evidência que sugira que uma vulnerabilidade no Adobe Reader foi um vetor de ataque neste incidente.” Na terça-feira, a companhia lançou um pacote de segurança para vulnerabilidades no Acrobat e também no Reader.

Fonte: Reseller Web

ISO 31000: O Novo Padrão para Gestão de Riscos

16 de dezembro de 2009

 Nesta entrevista Alberto Bastos, Sócio-fundador da Módulo e Coordenador no Brasil da Comissão Especial da ABNT, que participou das reuniões internacionais para desenvolvimento da norma, fala sobre as principais diferenças e benefícios desta nova norma a redação do Portal. 

Da Redação Publicada oficialmente em 13 de novembro de 2009, a ISO 31000 foi desenvolvida por um grupo de especialistas representantes de mais de 30 países e tem por objetivo servir como um guia mestre para Gestão de Riscos. Em conjunto com a ISO 31000 foi publicada também a nova versão do ISO Guide 73, revisado pelo mesmo grupo. O Brasil participou ativamente desse desenvolvimento enviando comentários e sugestões através da Comissão Especial de Estudo Gestão de Riscos da ABNT, que atualmente possui mais de 400 participantes de empresas e organizações dos mais variados segmentos como Indústria, Bancos, Seguros, Tecnologia, Energia, Universidades, Telecomunicações, Saúde, Agronegócios, Segurança dentre outros. 1. Existe atualmente uma série de normas para gestão de riscos, que em um primeiro momento parecem similares. Por que adotar a norma ISO 31000? A criação de padrões é um elemento fundamental para desenvolver uma linguagem comum, sistemas de gestão, normas e procedimentos para orientar as organizações como um todo e disseminar a cultura de Gestão de Riscos. Atualmente existem vários padrões que se complementam de alguma forma. A idéia a partir de agora é usar a ISO 31000 como referência em todos estes padrões que envolvam Gestão de Riscos. O objetivo da ISO 31000 é ser a “norma-das-normas” para Gestão de Riscos, seja este risco ambiental, operacional ou financeiro aplicáveis as organizações de todos os tipos e tamanhos. 2. Com a norma ISO 31000 o senhor acredita que a tendência das organizações será manter a Gestão de Riscos integrada (ambiental, financeira, segurança da informação, etc)? O lançamento da ISO 31000 representa um grande marco para a integração destas áreas e funções nas organizações. A norma recomenda que as organizações desenvolvam, implementem e melhorem continuamente uma estrutura cuja finalidade é integrar o processo para gerenciar riscos na governança, gestão, políticas, valores e cultura em toda a organização. 3. As empresas que já utilizam modelos de Gestão de Riscos devem adotar imediatamente a ISO 31000? Qual a estimativa de tempo para adoção da norma? Em um primeiro momento é preciso adquirir e conhecer o documento, que contém apenas 24 páginas, proporcionando uma leitura bem rápida. A partir de então, deve-se escolher o melhor modelo para implementar a estrutura em sua organização. Como a ISO 31000 não é uma norma de certificação, a urgência em seguir rigidamente alguns passos é menor. Já o tempo de adoção pode variar em cada organização. Em uma empresa de grande porte pode levar de 3 a 4 anos em média, dependendo do escopo. 4. Existe a tendência de criar novas normas da série 31000 extinguindo outras? Foi lançada recentemente a norma ISO 31010: Risk Management – Risk assessment techniques, cujo escopo é fornecer orientações sobre a definição e aplicação de técnicas e sistemáticas para avaliação de riscos. Este padrão também não se destina a certificação e complementa a ISO 31000 com métodos e técnicas detalhadas. 5. Qual a importância da ISO Guia 73 em todo esse contexto? Especificamente sobre o Guia 73, é importante que as organizações adotem os conceitos e terminologia para criar uma linguagem comum nas diferentes áreas, funções e processos que de alguma forma lidam com gestão de riscos. 6. Qual a relação entre as normas 27001, 27002 e 27005 com a 31000? A ISO 31000 substitui a ISO 27005? A ISO 31000 não substitui nenhuma norma existente. A ISO/IEC 27005 faz parte do conjunto de normas da série de 27000, sobre um sistema de gestão de Segurança da Informação, onde inclui: 27001 e 27002. Essa norma apresenta as melhores práticas e possibilita o aprofundamento em aspectos exclusivos da Segurança da Informação, já a ISO 31000 é mais genérica contempla todos os setores. Existe atualmente uma força tarefa em andamento para que a ISO 27005 seja imediatamente revisada e alinhada com a ISO 31000. 7. As normas já estão disponíveis em português? No Brasil, ambas as normas foram traduzidas e publicadas pela ABNT em 30 de novembro, como normas brasileiras, ABNT NBR ISO 31000 e ABNT ISO Guia 73. As normas podem ser adquiridas no site da ABNT: http://www.abntcatalogo.com.br ao preço de R$ 74,80 (ABNT NBR ISO 31000:2009) e R$ 49,70 (ABNT ISO GUIA 73:2009) 8 – Quais são os próximos passos do Comitê de Gestão de Riscos? Vamos iniciar o planejamento estratégico para estabelecer objetivos e metas da comissão bem como definir os próximos passos do grupo. Algumas idéias já existem, desenvolvimento de normas internacionais de Gestão de Riscos e continuidade de negócios. 9 – Como devem proceder os interessados em colaborar ou conhecer os detalhes sobre as atividades desse comitê? Os interessados devem enviar email para abastos@modulo.com.br

14 Dez 2009| FONTE – Da Redação (Modulo Solutions for GRC)

F5 Networks tem novo diretor-geral

14 de dezembro de 2009

A F5 Networks anuncia André Mello como novo diretor-geral da unidade brasileira. Atuante no mercado há 10 anos, Mello está na empresa desde 2008, quando ingressou como diretor-comercial da companhia. A ideia é que o executivo conduza a empresa a um processo de expansão local, a começar pela área de grandes contas, para a qual Mello já realizou a contratação de um gerente, e também pelo incremento do ecossistema de canais e parcerias. Um maior alcance aos mercados do Sul, Centro-Oeste e Nordeste também estão nos planos de Mello. O diretor é formado em engenharia elétrica na Unesp, com pós-graduação no Sydney College (Sydney, Austrália) e MBA na FIA/USP.

por Reseller Web 14/12/2009

Brasil é lider em spams

11 de dezembro de 2009

País toma posição dos Estados Unidos e aparece como o que mais envia e-mails indesejados no mundo

Relatório anual divulgado pela Cisco Systems trouxe uma má notícia para a internet brasileira. Com quase o triplo de mensagens indesejadas enviadas em 2009, o País apareceu como líder do ranking mundial, deixando para trás os Estados Unidos.

Responsável por 2,7% dos spams enviados em 2008, o Brasil viu saltar para 7,7% sua participação no volume total enviado neste ano. Em contrapartida, o volume norte-americano caiu mais de 20%, segundo dados da pesquisa, e passou a responder por 6,6% do total. 

De acordo com o relatório, os países emergentes representam 55% das mensagens indesejadas enviadas em todo o mundo. O dado é justificado ainda pelo avanço da Índia, que ocupa a terceira colocação com crescimento superior a 130%.

Fonte: M&M Online – 10 de Dezembro de 2009 às 09:09

Capital humano é o foco

10 de dezembro de 2009

Capital humano é o foco

Mais do que otimizar a produtividade e crescer no mercado interno ou externo, a gestão de pessoas é considerada prioridade principal dos próximos três anos para sete a cada dez CEOs latinoamericanos. é o que aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10/12) feita pela consultoria Korn/Ferry International com 365 presidentes de empresas formadoras de tendências na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela e também em Miami (EUA). Entre os brasileiros, esse índice sobe para 74% enquanto em alguns setores específicos, como Saúde/Farma/Ciências da Vida, chega a 81%. De acordo com a Korn/Ferry, esse é um indicativo importante de uma mudança de paradigma na gestão. Para conquistar melhores resultados e responder às pressões e novas demandas, os presidentes começam a investir pesado em seu capital humano como um instrumento para transformação e aumento do impacto nos resultados. A expansão no mercado local e global é apontada como um das prioridades por 54%, enquanto a otimização de produtividade aparece em seguida com 39%. Porém, segundo estudo, comparado com pesquisa feita em 2003 a preocupação com a formação de talentos é algo recente dentro das companhias da região. “Esse é um amadurecimento importante que acompanha as mudanças no ambiente de trabalho”, avalia Sérgio Averbach, presidente da Korn/Ferry para a América do Sul. Segundo os presidentes entrevistados, entre os principais motivos desse novo foco está a chegada da geração Y (nascidos após 1980) ao mercado de trabalho. Os novos profissionais são responsáveis por mudanças mais frequentes e profundas nas relações com as empresas, especialmente no que diz respeito ao aumento da distância entre o indivíduo e a organização – a menor ligação com o trabalho (16%) e o melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (10%) são as razões mais apontadas pelos executivos. Nesse cenário, a necessidade de compreender a diferença entre engajamento e lealdade torna-se crítica para as empresas. Muitas vezes, colaboradores mais antigos nas companhias podem ser vistos como mais leais e menos engajados em mudanças ou em esforços de transformação. O oposto acontece com os jovens profissionais da geração Y. A chave está em entender as diferenças e investir na implementação de programas de desenvolvimento de carreiras que enderecem claramente as especificidades de cada perfil e equipe, sempre de olho na retenção dos principais talentos – e com atenção especial aos high potentials. Para isso deve-se focar em estratégias e programas específicos que são mais eficientes e com retorno sobre o investimento claramente superior. Para 86% dos executivos, a competência mais forte em sua equipe de liderança é “Entender o Negócio”. Já outros 56% apontam que, entre as sete competências mais importantes a serem desenvolvidas, está a habilidade de inovar, isto é, “Criar o Novo e o Diferente”. Dos entrevistados, 78% acreditam que investir no desenvolvimento dos profissionais é o melhor caminho para a transformação dos atuais talentos em novos líderes.

Fonte B2B magazine > Canais > Gente B2B – 10 de dezembro de 2009 às 12h43

Entidades se unem para transformar indústria brasileira de TI na segunda maior do mundo

9 de dezembro de 2009

 Sob o selo Brasil IT +, representantes ambicionam entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global de software e serviços

Não é de hoje que a indústria nacional de tecnologia da informação quer uma fatia do mercado global. Há anos, os representantes do setor lançam iniciativas para ganhar representatividade. Os avanços eram percebidos lentamente. Mas, agora, isso deve mudar. Entidades resolveram se aproximar para acelerar a expansão ao mercado externo por meio de uma ação comum.

Sete representantes da iniciativa privada do setor somaram forças com entidades governamentais para impulsionar o software e o serviço brasileiros na criação de uma nova marca para a divulgar a TI “made in Brazil” mundo afora. As entidades setoriais trabalham com a missão de transformar o Brasil no segundo maior provedor de tecnologia da informação e comunicações do mundo.

O que desde 2004 chamava-se Brazil IT transformou-se em Brasil IT +, com S escrito em azul, verde e branco e sublinhado com a frase “value beyond expectations”. Os próximos passos desta empreitada residem na implantação de uma estrutura de gestão de marca e na garantia que a indústria tenha representatividade no setor.

A estratégia apoia-se em quatro pilares: a origem brasileira, porte do setor no país, habilidade de construir parcerias e capacidade de tornar-se player relevante.

O movimento objetiva a criação de uma linguagem visual única. A iniciativa foi concebida no âmbito de um dos Projetos Setoriais Integrados (PSI) desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

“Durante muito tempo, a brasilidade tinha conotação negativa”, comenta Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil, uma das organizações por traz da iniciativa, sinalizando que agora os ventos mudaram. “Temos elementos para construir uma imagem forte e sustentável do segmento de TI”, enfatiza.

“Em nossa pauta de exportação, o setor de TI tem tido destaque”, comenta o ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge. Na visão dele, qualquer política industrial moderna tem que ter inovação e tecnologia como elementos indispensável. “é um passo importante para que possamos ocupar melhor o mercado de TI. Mas uma marca sozinha não faz negócio”, sentencia, apontando que é fundamental colocar em prática ações para apoiar a nova marca na geração de negócio.

“A questão da marca é importante para que o país passe a ser reconhecido como player global”, avaliou o secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), Augusto Gadelha, salientando que os provedores brasileiros precisam se posicionar nas lacunas deixadas pelas companhias indianas.

“Dificilmente, a Índia perderá o espaço que ocupa”, reconhece Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da Associação para Promoção de Excelência do Software Brasileiro (Softex), apontando que a ambição brasileira é abocanhar uma fatia entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global.

Na visão de Antonio Gil, presidente da Brasscom, o Brasil vive um “momento mágico”. O executivo aponta o País como centro de excelência no uso de TI pela vertical de finanças, governo e manufatura.

Segundo Bacha, hoje o setor de TIC representa algo em torno de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Mas a representatividade poderá ser maior em alguns anos. De acordo com o vice-presidente da Softex, 5,2% das receitas das empresas de software e serviços de TI são investidos em inovação, além disso, o Brasil já se transformou no terceiro maior mercado de PCs do mundo, atrás apenas de China e Estados Unidos.

As empresas brasileiras exportarão algo em torno de US$ 3 bilhões em software e serviços de TI até o fim de 2009. As projeções são para elevar esta quantia a US$ 3,5 bilhões, quando o mercado de offshore mundial movimentará US$ 101 bilhões. O mercado brasileiro movimentou US$ 29,4 bilhões, em 2008. O setor de software gerou, no mesmo ano, recursos da ordem de US$ 3,2 bilhões.

Apoiaram o movimento a Softex, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), MDIC, MCT, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu) e da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo).

 Fonte – IT Mídia – por Felipe Dreher / IT Web - 08/12/2009

Malware no Iphone

10 de novembro de 2009

A F-Secure, empresa especializada em segurança da informação, detectou o primeiro worm de Iphone, identificado como Ikee. Apesar de estar se propagando rapidamente, o worm só é capaz de infectar dispositivos que foram destravados. Ao passar pelo processo chamado de “jailbreak”, os mecanismos de proteção do iPhone são removidos, permitindo que os usuários habilitem qualquer software que desejarem no aparelho. Os proprietários do iPhone infectado notarão que o seu wallpaper foi alterado para uma foto do cantor Rick Astley, que exibe a seguinte mensagem: “ikee is never going to give you up”. Este worm ataca usuários que destravaram o celular, mas não alteraram a senha de administrador. Ele procura por iPhones vulneráveis ao analisar uma variedade de endereços IP de outros aparelhos — a maioria na Austrália. Até o momento, não houve a confirmação de sistemas atacados de outros países. Depois que o Ikee infecta um telefone, ele desabilita o serviço SSH – pacote de programas que aumenta a segurança de um sistema de redes. A F-Secure recomenda aos usuários que possuem o iPhone destravado, alterar a senha de administrador. O criador do worm publicou o código fonte completo das quatro variantes existentes deste malware. Isto significa que, em breve, e rapidamente, haverá mais variantes, provavelmente mais nocivas, que causarão maiores danos.

B2B magazine > Canais > Segurança

10 de novembro de 2009 às 10h48

Encostou, pagou

5 de novembro de 2009

A MasterCard, junto da Credicard e Redecard, anunciaram o lançamento do sistema de pagamento sem contato. A primeira cidade a receber a novidade será o Rio de Janeiro. Cerca de seis mil usuários do cartão de crédito da MasterCard já podem utilizar o PayPass, nome do serviço, no transporte público, bondinho do Pão de Açúcar, seis restaurantes do McDonalds e na rede de cinemas UCI. A tecnologia apresentada consiste em um chaveiro com um chip. Com funcionalidade semelhante a um cartão de crédito, o usuário encosta o chaveiro em um aparelho e pronto, realizou sua compra. Não é necessário digitar senha ou assinar autorização. Gilberto Cadart, presidente da MasterCard Brasil, acredita que por se tratar apenas de transações de valores pequenos, a falta de uma senha não compromete a segurança. “O cliente pode cadastrar um limite de gasto diário. Em caso de perda ou roubo, ele só precisa ligar e informar seu nome para bloquear o cartão. Os gastos que ele não realizou não serão repassados”. O sistema funcionará como piloto nos próximos dois meses. O teste será feito com 1% do total de clientes da MasterCard no Estado do Rio de Janeiro, que totaliza cerca de 600 mil pessoas. Segundo Leonel Andrade, presidente da Credicard, a expectativa é que nos próximos seis meses o PayPass seja utilizado por 200 mil clientes da rede, só no Rio de Janeiro. A escolha da capital carioca se deu, segundo os executivos, devido sua futura exposição mundial com a realização de Copa do Mundo e Olimpíada. Outro fator determinante foi o total de clientes da MasterCard no Rio, e também o nível de uso do cartão de crédito no Estado, um dos maiores da empresa no País, segundo Henrique Capdeville, diretor de planejamento estratégico da Redecard. Nos primeiros seis meses do sistema, não haverá anuidade ou qualquer taxa para o cliente do PayPass. O valor de crédito inicial será de R$ 200, e a MasterCard dará R$ 20 de bônus para quem for testar a novidade. A ideia é ampliar os serviços para outras cidades do País e da América Latina. “Não temos um cronograma definido. Queremos saber a aceitação no Rio e esgotar os serviços na cidade”, explica Gilberto, da MasterCard. Criado para facilitar pagamentos de valores maiores, o crédito vem mudando sua relação com o consumidor. Utilizado também para valores pequenos, fica a questão da viabilidade de seu uso para empresas menores. Para o presidente da rede de cartões, o cartão de crédito estimula o gasto pelo consumidor. “A facilidade e a conveniência faz com que o cliente acabe gastando mais do que gastaria se fosse pagar com dinheiro. Cabe ao varejista avaliar se vale a pena ou não utilizar o sistema, mas acreditamos que ele só tem a ganhar”.

B2B magazine > Canais > Especial

Encostou, pagou

5 de novembro de 2009 às 12h18 Por Obede Júnior

Banda larga popular

16 de outubro de 2009

 15 de outubro de 2009 às 14h31

Por Carol Castro

O governador de São Paulo, José Serra, assinou nesta quinta-feira, durante a Futurecom 2009, o decreto de isenção de ICMS às operadoras de telefonia interessadas em oferecer serviços de banda larga a preço popular. A exigência é que a velocidade varie entre 256kbps e 1mbps e os custos não ultrapassem o valor de R$29,80 – já com a inclusão de modem e provedor. Segundo o governador, a medida visa atingir cerca de 2,5 milhões de domicílios do Estado que ainda não utilizam os serviços de banda larga. Desse número, 690 mil não tem acesso à internet, nem mesmo por meio de conexão discada. O valor estipulado pelo governo foi feito com base no preço médio dos serviços das operadoras, cerca de R$50. Por enquanto apenas a Telefônica firmou parceria com o governo.

Fonte – B2B Magazine – Canais – Convergência

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