Entidades se unem para transformar indústria brasileira de TI na segunda maior do mundo
9 de dezembro de 2009
Sob o selo Brasil IT +, representantes ambicionam entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global de software e serviços
Não é de hoje que a indústria nacional de tecnologia da informação quer uma fatia do mercado global. Há anos, os representantes do setor lançam iniciativas para ganhar representatividade. Os avanços eram percebidos lentamente. Mas, agora, isso deve mudar. Entidades resolveram se aproximar para acelerar a expansão ao mercado externo por meio de uma ação comum.
Sete representantes da iniciativa privada do setor somaram forças com entidades governamentais para impulsionar o software e o serviço brasileiros na criação de uma nova marca para a divulgar a TI “made in Brazil” mundo afora. As entidades setoriais trabalham com a missão de transformar o Brasil no segundo maior provedor de tecnologia da informação e comunicações do mundo.
O que desde 2004 chamava-se Brazil IT transformou-se em Brasil IT +, com S escrito em azul, verde e branco e sublinhado com a frase “value beyond expectations”. Os próximos passos desta empreitada residem na implantação de uma estrutura de gestão de marca e na garantia que a indústria tenha representatividade no setor.
A estratégia apoia-se em quatro pilares: a origem brasileira, porte do setor no país, habilidade de construir parcerias e capacidade de tornar-se player relevante.
O movimento objetiva a criação de uma linguagem visual única. A iniciativa foi concebida no âmbito de um dos Projetos Setoriais Integrados (PSI) desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
“Durante muito tempo, a brasilidade tinha conotação negativa”, comenta Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil, uma das organizações por traz da iniciativa, sinalizando que agora os ventos mudaram. “Temos elementos para construir uma imagem forte e sustentável do segmento de TI”, enfatiza.
“Em nossa pauta de exportação, o setor de TI tem tido destaque”, comenta o ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge. Na visão dele, qualquer política industrial moderna tem que ter inovação e tecnologia como elementos indispensável. “é um passo importante para que possamos ocupar melhor o mercado de TI. Mas uma marca sozinha não faz negócio”, sentencia, apontando que é fundamental colocar em prática ações para apoiar a nova marca na geração de negócio.
“A questão da marca é importante para que o país passe a ser reconhecido como player global”, avaliou o secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), Augusto Gadelha, salientando que os provedores brasileiros precisam se posicionar nas lacunas deixadas pelas companhias indianas.
“Dificilmente, a Ãndia perderá o espaço que ocupa”, reconhece Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da Associação para Promoção de Excelência do Software Brasileiro (Softex), apontando que a ambição brasileira é abocanhar uma fatia entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global.
Na visão de Antonio Gil, presidente da Brasscom, o Brasil vive um “momento mágico”. O executivo aponta o País como centro de excelência no uso de TI pela vertical de finanças, governo e manufatura.
Segundo Bacha, hoje o setor de TIC representa algo em torno de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Mas a representatividade poderá ser maior em alguns anos. De acordo com o vice-presidente da Softex, 5,2% das receitas das empresas de software e serviços de TI são investidos em inovação, além disso, o Brasil já se transformou no terceiro maior mercado de PCs do mundo, atrás apenas de China e Estados Unidos.
As empresas brasileiras exportarão algo em torno de US$ 3 bilhões em software e serviços de TI até o fim de 2009. As projeções são para elevar esta quantia a US$ 3,5 bilhões, quando o mercado de offshore mundial movimentará US$ 101 bilhões. O mercado brasileiro movimentou US$ 29,4 bilhões, em 2008. O setor de software gerou, no mesmo ano, recursos da ordem de US$ 3,2 bilhões.
Apoiaram o movimento a Softex, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), MDIC, MCT, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu) e da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo).
Fonte – IT Mídia – por Felipe Dreher / IT Web - 08/12/2009
Malware no Iphone
10 de novembro de 2009
A F-Secure, empresa especializada em segurança da informação, detectou o primeiro worm de Iphone, identificado como Ikee. Apesar de estar se propagando rapidamente, o worm só é capaz de infectar dispositivos que foram destravados. Ao passar pelo processo chamado de “jailbreak”, os mecanismos de proteção do iPhone são removidos, permitindo que os usuários habilitem qualquer software que desejarem no aparelho. Os proprietários do iPhone infectado notarão que o seu wallpaper foi alterado para uma foto do cantor Rick Astley, que exibe a seguinte mensagem: “ikee is never going to give you up”. Este worm ataca usuários que destravaram o celular, mas não alteraram a senha de administrador. Ele procura por iPhones vulneráveis ao analisar uma variedade de endereços IP de outros aparelhos — a maioria na Austrália. Até o momento, não houve a confirmação de sistemas atacados de outros países. Depois que o Ikee infecta um telefone, ele desabilita o serviço SSH – pacote de programas que aumenta a segurança de um sistema de redes. A F-Secure recomenda aos usuários que possuem o iPhone destravado, alterar a senha de administrador. O criador do worm publicou o código fonte completo das quatro variantes existentes deste malware. Isto significa que, em breve, e rapidamente, haverá mais variantes, provavelmente mais nocivas, que causarão maiores danos.
B2B magazine > Canais > Segurança
10 de novembro de 2009 às 10h48
Encostou, pagou
5 de novembro de 2009
A MasterCard, junto da Credicard e Redecard, anunciaram o lançamento do sistema de pagamento sem contato. A primeira cidade a receber a novidade será o Rio de Janeiro. Cerca de seis mil usuários do cartão de crédito da MasterCard já podem utilizar o PayPass, nome do serviço, no transporte público, bondinho do Pão de Açúcar, seis restaurantes do McDonalds e na rede de cinemas UCI. A tecnologia apresentada consiste em um chaveiro com um chip. Com funcionalidade semelhante a um cartão de crédito, o usuário encosta o chaveiro em um aparelho e pronto, realizou sua compra. Não é necessário digitar senha ou assinar autorização. Gilberto Cadart, presidente da MasterCard Brasil, acredita que por se tratar apenas de transações de valores pequenos, a falta de uma senha não compromete a segurança. “O cliente pode cadastrar um limite de gasto diário. Em caso de perda ou roubo, ele só precisa ligar e informar seu nome para bloquear o cartão. Os gastos que ele não realizou não serão repassados”. O sistema funcionará como piloto nos próximos dois meses. O teste será feito com 1% do total de clientes da MasterCard no Estado do Rio de Janeiro, que totaliza cerca de 600 mil pessoas. Segundo Leonel Andrade, presidente da Credicard, a expectativa é que nos próximos seis meses o PayPass seja utilizado por 200 mil clientes da rede, só no Rio de Janeiro. A escolha da capital carioca se deu, segundo os executivos, devido sua futura exposição mundial com a realização de Copa do Mundo e Olimpíada. Outro fator determinante foi o total de clientes da MasterCard no Rio, e também o nível de uso do cartão de crédito no Estado, um dos maiores da empresa no País, segundo Henrique Capdeville, diretor de planejamento estratégico da Redecard. Nos primeiros seis meses do sistema, não haverá anuidade ou qualquer taxa para o cliente do PayPass. O valor de crédito inicial será de R$ 200, e a MasterCard dará R$ 20 de bônus para quem for testar a novidade. A ideia é ampliar os serviços para outras cidades do País e da América Latina. “Não temos um cronograma definido. Queremos saber a aceitação no Rio e esgotar os serviços na cidade”, explica Gilberto, da MasterCard. Criado para facilitar pagamentos de valores maiores, o crédito vem mudando sua relação com o consumidor. Utilizado também para valores pequenos, fica a questão da viabilidade de seu uso para empresas menores. Para o presidente da rede de cartões, o cartão de crédito estimula o gasto pelo consumidor. “A facilidade e a conveniência faz com que o cliente acabe gastando mais do que gastaria se fosse pagar com dinheiro. Cabe ao varejista avaliar se vale a pena ou não utilizar o sistema, mas acreditamos que ele só tem a ganhar”.
B2B magazine > Canais > Especial
Encostou, pagou
5 de novembro de 2009 às 12h18 Por Obede Júnior
Banda larga popular
16 de outubro de 2009
15 de outubro de 2009 às 14h31
Por Carol Castro
O governador de São Paulo, José Serra, assinou nesta quinta-feira, durante a Futurecom 2009, o decreto de isenção de ICMS às operadoras de telefonia interessadas em oferecer serviços de banda larga a preço popular. A exigência é que a velocidade varie entre 256kbps e 1mbps e os custos não ultrapassem o valor de R$29,80 – já com a inclusão de modem e provedor. Segundo o governador, a medida visa atingir cerca de 2,5 milhões de domicílios do Estado que ainda não utilizam os serviços de banda larga. Desse número, 690 mil não tem acesso à internet, nem mesmo por meio de conexão discada. O valor estipulado pelo governo foi feito com base no preço médio dos serviços das operadoras, cerca de R$50. Por enquanto apenas a Telefônica firmou parceria com o governo.
Fonte – B2B Magazine – Canais – Convergência
Cresce o interesse de líderes de TI por armazenamento em nuvem
13 de outubro de 2009
Cresce o interesse de líderes de TI por armazenamento em nuvem, embora o modelo não seja adequado a qualquer tipo de informação, segundo alerta analista.
O armazenamento de dados em no modelo de computação em nuvem (cloud computing) – também conhecido como DaaS (date as a service ou, em português, dados como serviços) – está ganhando a atenção dos líderes de TI. Segundo pesquisa realizada pelo site da CIO norte-americana, 46% dos decisores da área de tecnologia já analisam a possibilidade de adotar essa modalidade. O principal apelo desse padrão de armazenamento, de acordo com o analista da consultoria Pund-IT, Charles King, é em relação à prática de backup (recuperação), já que demanda menos custos do que a criação de um segundo data center. Também nessa linha, King defende que esse tende a ser um caminho para que os provedores forneçam serviços relacionados também a aplicações secundárias, como CRM (sistema gestão de relacionamento com clientes) e ERP (sistema de gestão empresarial). O analista, apesar de advogar em favor do armazenamento em cloud computing, destaca que o modelo não é adequado a qualquer tipo de informação. Para ele, dados sigilosos – principalmente ligados a instituições financeiras e governamentais – não poderão ser guardados virtualmente. Isso porque, segundo o especialista, normas regulatórias de segurança requerem que tais arquivos sejam guardados, criptografados e rastreados por meio de centros físicos de processamento. Dadas as incertezas que ainda rondam o padrão de computação em nuvem, é certo que os CIOs só o adotarão quando tiverem garantias de como suas informações serão guardadas e como poderão manuseá-las com segurança.
(28 Set 2009| FONTE – ComputerWorld).
Workshop – V
6 de outubro de 2009
Em #Uberlândia, dia 20 de Outubro
Workshop – IV
6 de outubro de 2009
Convites eletrônicos do IV Workshop Segurança e Conectividade já enviados! Assim que receber o seu clique no link de inscrições e solicite sua vaga. Como as vagas são limitadas a confirmação será o envio de um voucher que deverá ser levado ao evento para trocar pelo crachá personalizado.
Workshop – III
2 de outubro de 2009
Segunda feira estará no ar o hotsite de inscrições online do nosso IV Workshop de Segurança e Conectividade a realizar-se dia 20 de Outubro próximo, em #Uberlândia. Fiquem atentos pois as vagas são limitadas!
Workshop – II
1 de outubro de 2009
Confirmado. 20 de Outubro com as presenças de ARUBA, F5 NETWORKS e FORTINET.
Tendências
23 de setembro de 2009
Cresce o número de empresas utilizando o Google Docs.
Fonte: Reseller Web

