Fortinet é eleita entre os três maiores provedores de segurança no Brasil

19 de julho de 2010

Ter, 13 de Julho de 2010 15:36 – Lygia Marassi – www.segs.com.br

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – provedor líder de segurança de rede e líder mundial de soluções de gerenciamento de ameaças unificado (unified threat management – UTM), anunciou um ranking sobre Aplicações de Segurança para América Latina desenvolvido pelo International Data Corporation (IDC) em 2009. Ao aumentar significantemente sua base de clientes nos segmentos financeiro e governamental no Brasil, ao longo dos últimos anos, a Fortinet trouxe ao país notáveis investimentos no mercado de segurança de rede.


O estudo do IDC mostra que as empresas no Brasil investiram um total de US$ 241,5 milhões no mercado de segurança de rede nos últimos três anos. “O Brasil é um dos maiores mercados do mundo com usuários de Internet, e como tal, pode potencialmente estar aberto a riscos na segurança de rede; é por isso que estamos tão entusiasmados que muitas empresas têm tido a chance de conhecer nossas ferramentas de segurança,” afirma Frederico Tostes, country manager da Fortinet no Brasil. “Esperamos continuar crescendo neste mercado tão importante.”

Segundo a pesquisa, instituições brasileiras, em particular, estão investindo mais em segurança: um total de US$ 29 milhões em 2009, registrando aumento de 42% se comparado a 2007, quando os investimentos na área eram de US$ 20,7 milhões.

Segurança de rede também ganhou importância no setor de Governo, onde os investimentos aumentaram 103% de 2007 a 2009, alcançando US$ 55,7 milhões em três anos. Em 2007, os gastos com segurança de rede chegavam a aproximadamente US$ 13,4 milhões no segmento de Governo, no Brasil, e em 2009 já alcança uma média de US$ 27,3 milhões.

A demanda por soluções UTM tem crescido e o Brasil um mercado crescente no segmento de segurança. Os produtos de segurança UTM incluem qualidades de segurança com funções múltiplas integradas a um aparelho numa plataforma única. A Fortinet auxilia na prevenção de ameaças, oferecendo uma variedade de funcionalidades, serviços de segurança integrados e aplicações de suporte com sistemas hardware de alta performance.

Em 2007, o mercado brasileiro investiu US$ 12,9 milhões em soluções UTM, enquanto que em 2009 este mesmo segmento atingiu US$ 19,6 milhões, mostrando um crescimento de 52% em três anos.

Para Frederico Tostes, o mercado de segurança de rede está crescendo, em particular o segmento de UTM. “Quando a Fortinet chegou ao Brasil, havia pouca menção do uso da tecnologia UTM. Após muito trabalho e grandes resultados, as empresas têm dado grande importância a esta tecnologia para seus negócios. É um mercado em expansão, do qual a Fortinet é líder.”

Além do bom desempenho nacional, a empresa também expandiu seus negócios na América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela), quase que dobrando seu crescimento nestes mercados em 2009.

Para mais informações sobre os produtos da Fortinet, por favor visite: www.fortinet.com/products.

Fonte: IDC Latin America Semiannual Security Appliance Tracker, 2009 Data, IDC #LA10166, May 2010.

Sobre a Fortinet (www.fortinet.com)

A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é provedor líder de appliances de segurança de rede e líder em gerenciamento de ameaças unificado (UTM). Nossos produtos e serviços oferecem proteção ampla, integrada e de alta-performance contra ameaças de segurança dinâmicas enquanto simplificam a infraestrutura de TI. Nossos clientes incluem empresas, provedores de serviços e entidades governamentais no mundo todo, incluindo grande parte das organizações listadas no Fortune Global 100 de 2009. O FortiGate, produto carro-chefe da Fortinet, oferece performance acelerada ASIC e integra múltiplas camadas de segurança projetadas para proteger contra ameaças de rede e aplicações. A ampla linha de produtos da Fortinet vai além de UTM – desde endpoints até perímetros e principais áreas, incluindo databases e aplicações. A sede principal da Fortinet fica em Sunnyvale (Califórnia), com escritórios ao redor do mundo.

fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14189:fortinet-e-eleita-entre-os-tres-maiores-provedores-de-seguranca-no-brasil-&catid=48:cat-info-ti&Itemid=329

Mercado de segurança virtual salta 119%

24 de junho de 2010

Levantamento da Infonetics Research prevê que segmento atinja faturamento de US$ 1,6 bilhão em 2014

18 Jun 2010| FONTE – IT Web

Um levantamento da Infonetics Research revelou que o Mercado de segurança virtual saltou 119% no primeiro trimestre de 2010. De acordo com a consultoria, este segmento deverá registrar faturamento de US$ 1,6 bilhão até 2014. Os dados são do estudo Virtual Security Appliances, que inclui VPN e firewalls, SSL VPN, IDS/IPS e aplicações produzidas para servidores virtualizados.
Em nota, Jeff Wilson, analista de segurança da Infonetics, projeta que o mercado de segurança virtual registrará forte crescimento nos próximos cinco anos. Entre os pontos que irá acelerar a adoção desse tipo de soluções, afirma o especialista, estão a rápida adoção de virtualização de serviços e os novos desafios de segurança trazidos com a virtualização.
Apenas entre 2008 e 2009, este segmento cresceu 64%, atingindo faturamento de US$ 203,8 milhões. A consultoria informa ainda que a América do Norte é o maior mercado regional para aplicações de segurança virtual.

Banco do Brasil conta com uma solução integrada Fortinet para Firewall, VPN e Prevenção de Intrusão

4 de fevereiro de 2010

Fortinet ® (NASDAQ: FTNT), um provedor líder em segurança de rede e líder mundial de gerenciamento unificado de ameaças (UTM) anunciou hoje que o Banco do Brasil  implantou na sua sede brasileira e em 145 localidades em todo o país vários Fortinet FortiGate ®, aparelhos concebidos para firewall, prevenção de intrusão (IPS) e rede privada virtual (VPN) de proteção. Banco do Brasil também tem implantados FortiManager Fortinet ™ para gestão e comunicação dos aparelhos e FortiAnalyzer, solução de análise ™ para ajudar a monitorar e analisar a atividade da rede e tentativas de ataques.

Banco do Brasil está implantando a plataforma da Fortinet FortiGate, para consolidar a sua abordagem à segurança da rede,pela  facilidade de administração e performance da solução baseada em ASIC acelerado, que pode processar grandes quantidades de tráfego, sem degradar o desempenho da rede, de acordo com as exigências do público RFP e após uma grande disputa com os concorrentes. Com funcionalidades de segurança integrada em cada um dos FortiGate-3600A, 311B e 110C, soluções instaladas, Banco do Brasil pode adicionar ou remover recursos sem ter que acrescentar dispositivos adicionais e sem ter de adaptar as suas infra-estruturas de rede. A NCT Informática, Platina Fortinet Channel e Authorized Training Center, é responsável pela venda, formação, serviços e suporte de todas as plataformas no ambiente do cliente.

Nove FortiGate-3600A,  aparelhos de classe empresarial , estão localizados na sede do Banco do Brasil e estão ligados aos escritórios de agências do banco para ajudar a fornecer segurança e aceleração de conectividade VPN.  Além disso, os appliances FortiGate estão sendo usados para ajudar a garantir as auto-aplicações de serviços – tanto em agências e através da internet – como máquinas ATM para depósitos, saques e pagamentos.

Também localizado na sede do banco estão 80 FortiGate-311B, aparelhos implantados no modo de alta disponibilidade. Os aparelhos estão sendo usados para ajudar a proteger o Datacenter do banco. Para gerenciar e analisar os 80 aparelhos, o banco implantou dois FortiManager-3000 e dois FortiAnalyzer-2000A.

Em cada uma das 145 localidades, o Banco tem dois FortiGate-110C implantados no modo de alta disponibilidade. Os appliances FortiGate estão sendo usados para firewall, IPS e proteção VPN. Agora, as agências podem ligar de volta para o escritório central de uma forma segura, protegendo informações críticas dos clientes, tais como saldos de contas bancárias e informações pessoais.

A rede de distribuição do Banco do Brasil exige uma gestão fácil e análise da rede. Os dois FortiManager-3000 implantados na sede do banco, permitem a aplicação das regras de forma rápida e eficaz em toda a rede distribuída remotamente, sem ter que visitar cada local. Os dois  FortiAnalyzer-2000A, estão eliminando o número de regras duplicadas ou inconsistentes. Funcionários do Banco em locais remotos não têm que ser tecnicamente competentes, se houver alterações necessárias na rede. Em vez disso, a equipe de TI, na sede do Banco de Brasília pode facilmente e perfeitamente fazer alterações na rede para todos os locais em uma mudança geral ou por cada banco individual.

“A implementação da Fortinet no Banco do Brasil é uma prova da eficácia dos sistemas FortiGate em grandes empresas que necessitam de ampla distribuição , no mundo da segurança da rede “, disse Pedro Paixão, vice-presidente da Fortinet na América Latina. “Hoje os produtos ponto a ponto são complicados, caros e muitas vezes ineficazes contra o atual ambiente de multi-ameaças, o que exige uma abordagem multi-camadas de segurança na qual a Fortinet é especializada.”

Sobre FortiGate

Sistemas Fortinet FortiGate são dispositivos de segurança com aceleração ASIC  que integram central de segurança e funcionalidades de rede, incluindo firewall, VPN IPSec e SSL, antivírus, prevenção de intrusão, filtro de web, antispam, controle de aplicativos, dados de prevenção de perdas, SSL inspeção de tráfego e otimização de WAN. Todos os sistemas FortiGate são mantidos atualizados automaticamente pela Fortinet ®, que ajuda a proteger contra os danos, conteúdo baseado em ameaças de e-mail e tráfego da Web, tais como vírus, worms, intrusões, ou outro tráfego de rede indesejado e muito mais – em torno do tempo e em todo o mundo. As soluções da Fortinet ganharam diversos prêmios e são os únicos produtos de segurança que são certificados em cinco programas por ICSA Labs para firewall, antivírus, IPSec VPN, IPS de rede e antispam.

Sobre a Fortinet – www.fortinet.com

Fortinet (NASDAQ: FTNT) é um fornecedor mundial de appliances de segurança de rede e líder de mercado no gerenciamento unificado de ameaças (UTM). Nossos produtos e serviços de assinatura fornecem solução ampla, integrada e de alta performance de proteção contra ameaças de segurança dinâmica, simplificando a infra-estrutura de segurança. Nossos clientes incluem empresas, prestadores de serviços e entidades governamentais em todo o mundo.Os produtos da Fortinet FortiGate ASIC proporcionam desempenho acelerado e integram várias camadas de segurança projetadas para ajudar a proteger contra ameaças de rede e aplicação. A linha de produtos da Fortinet UTM ajuda a proteger toda a empresa – a partir de parâmetros, para o perímetro e do núcleo, incluindo bases de dados e aplicações. Fortinet é uma companhia sediada em Sunnyvale, Califórnia, com escritórios em todo o mundo.

Copyright © 2010 Fortinet, Inc. Todos os direitos reservados. Os símbolos ® e ™ denotam marcas registradas, respectivamente federal e marcas registradas e não registradas da Fortinet, Inc., suas subsidiárias e afiliadas. A marca Fortinet inclui, mas não estão limitados ao seguinte: Fortinet, FortiGate, FortiGuard, FortiManager, FortiMail, FortiClient, FortiCare, FortiAnalyzer, FortiReporter, Fortios, FortiASIC, FortiWifi, FortiSwitch, FortiVoIP, FortiBIOS, FortiLog, FortiResponse, FortiCarrier, FortiScan , FortiDB e FortiWeb. Outras marcas comerciais pertencem a seus respectivos proprietários.

Fonte: cnnmoney.com – 03 de Fevereiro de 2010 – 09:00

Perigo: McAfee alerta sobre a sofisticada ameaça Operação Aurora

18 de janeiro de 2010

De acordo com especialistas da companhia, Blaster, Code Red e outros worms de alto risco são definitivamente coisa do passado. Agora a vulnerabilidade tornou-se mais sofisticada e atua sobre todas as versões do Microsoft Internet Explorer.

O McAfee Labs alerta para um novo ataque, chamado Aurora. O vírus explora as vulnerabilidades do Internet Explorer e foi usado para invadir várias redes corporativas em todo o mundo. De acordo com a empresa, seus especialistas informaram a Microsoft sobre essa vulnerabilidade e a mesma publicou um aviso reconhecendo a brecha de segurança e garantindo que enviará em breve um pacote de correção aos seus usuários.
 
“Durante nossa investigação, descobrimos que uma das amostras de malware envolvida nesse amplo ataque que envolveu o Google, recentemente, explora uma nova vulnerabilidade, desconhecida pelo público em geral, encontrada no Microsoft Internet Explorer”, afirma George Kurtz, CTO mundial da McAfee. “é uma nova ameaça de dia-zero no Internet Explorer”, complementa.
 
Como na maioria dos ataques direcionados, os invasores obtêm acesso a uma organização por meio do envio de um ataque adaptado, direcionado a uma ou mais pessoas. Há suspeitas de que os alvos do ataque foram pessoas com acesso a propriedades intelectuais valiosas.
 
Segundo Kurtz, os ataques parecem vir de fontes confiáveis, o que leva a vítima a cair na armadilha, clicando em um link ou em um arquivo. é nesse momento que ocorre a exploração, aproveitando-se da vulnerabilidade do Microsoft Internet Explorer.
 
Assim que o malware é baixado e instalado, ele abre uma entrada secundária, permitindo que o invasor realize o reconhecimento e obtenha controle total sobre o sistema comprometido. Assim, o invasor pode identificar alvos de grande valor e roubar dados valiosos de empresas.
 
Apesar da identificação da vulnerabilidade no Internet Explorer como um dos vetores de ataque nesse incidente, muitos dos ataques direcionados envolvem uma mistura de vulnerabilidades de dia-zero, combinadas a cenários avançados de engenharia social. Sendo assim, pode ser que haja outros vetores de ataques desconhecidos até o momento.
 
Sobre a Aurora
Na visão de George Kurtz, Blaster, Code Red e outros worms de alto risco são definitivamente coisa do passado. A variedade atual de malware é bastante sofisticada, altamente direcionada e projetada para infectar, ocultar o acesso, roubar dados ou modificar dados sem detecção, o que é ainda pior.
 
“Esses ataques altamente personalizados, conhecidos como APT (ameaças persistentes avançadas), foram originalmente presenciados pelos governos, sendo que a mera menção de seus nomes causa terror em qualquer combatente ao cibercrime. Na verdade, eles são equivalentes aos jatos modernos em um campo de batalha. Com precisão detalhada, eles distribuem sua carga fatal. Quando são descobertos, já é tarde demais”, comenta Kurtz.
 

Para a McAfee, a Operação Aurora está novamente alterando o cenário de ciberameaças. Esses ataques mostraram que empresas de todos os setores são alvos muito lucrativos. Muitas se mostram extremamente vulneráveis a esses ataques direcionados, oferecendo um bem extremamente valioso: a propriedade intelectual.

De acordo com especialistas da companhia, Blaster, Code Red e outros worms de alto risco são definitivamente coisa do passado. Agora a vulnerabilidade tornou-se mais sofisticada e atua sobre todas as versões do Microsoft Internet Explorer.

O McAfee Labs alerta para um novo ataque, chamado Aurora. O vírus explora as vulnerabilidades do Internet Explorer e foi usado para invadir várias redes corporativas em todo o mundo. De acordo com a empresa, seus especialistas informaram a Microsoft sobre essa vulnerabilidade e a mesma publicou um aviso reconhecendo a brecha de segurança e garantindo que enviará em breve um pacote de correção aos seus usuários.
 
“Durante nossa investigação, descobrimos que uma das amostras de malware envolvida nesse amplo ataque que envolveu o Google, recentemente, explora uma nova vulnerabilidade, desconhecida pelo público em geral, encontrada no Microsoft Internet Explorer”, afirma George Kurtz, CTO mundial da McAfee. “é uma nova ameaça de dia-zero no Internet Explorer”, complementa.
 
Como na maioria dos ataques direcionados, os invasores obtêm acesso a uma organização por meio do envio de um ataque adaptado, direcionado a uma ou mais pessoas. Há suspeitas de que os alvos do ataque foram pessoas com acesso a propriedades intelectuais valiosas.
 
Segundo Kurtz, os ataques parecem vir de fontes confiáveis, o que leva a vítima a cair na armadilha, clicando em um link ou em um arquivo. é nesse momento que ocorre a exploração, aproveitando-se da vulnerabilidade do Microsoft Internet Explorer.
 
Assim que o malware é baixado e instalado, ele abre uma entrada secundária, permitindo que o invasor realize o reconhecimento e obtenha controle total sobre o sistema comprometido. Assim, o invasor pode identificar alvos de grande valor e roubar dados valiosos de empresas.
 
Apesar da identificação da vulnerabilidade no Internet Explorer como um dos vetores de ataque nesse incidente, muitos dos ataques direcionados envolvem uma mistura de vulnerabilidades de dia-zero, combinadas a cenários avançados de engenharia social. Sendo assim, pode ser que haja outros vetores de ataques desconhecidos até o momento.
 
Sobre a Aurora
Na visão de George Kurtz, Blaster, Code Red e outros worms de alto risco são definitivamente coisa do passado. A variedade atual de malware é bastante sofisticada, altamente direcionada e projetada para infectar, ocultar o acesso, roubar dados ou modificar dados sem detecção, o que é ainda pior.
 
“Esses ataques altamente personalizados, conhecidos como APT (ameaças persistentes avançadas), foram originalmente presenciados pelos governos, sendo que a mera menção de seus nomes causa terror em qualquer combatente ao cibercrime. Na verdade, eles são equivalentes aos jatos modernos em um campo de batalha. Com precisão detalhada, eles distribuem sua carga fatal. Quando são descobertos, já é tarde demais”, comenta Kurtz.
 

Para a McAfee, a Operação Aurora está novamente alterando o cenário de ciberameaças. Esses ataques mostraram que empresas de todos os setores são alvos muito lucrativos. Muitas se mostram extremamente vulneráveis a esses ataques direcionados, oferecendo um bem extremamente valioso: a propriedade intelectual.

Fonte: Por Redação IP News – 18 de Janeiro de 2010

Governo chinês estaria envolvido no ataque ao Google

15 de janeiro de 2010

 

por Thomas Claburn | InformationWeek EUA 14/01/2010

 

Ciberataques que levaram o Google a reavaliar presença na China atingiram também outras 33 companhias

Em um post de blog lido em todo o mundo, o Google afirmou, na terça-feira (12/01), que ele e ao menos outras 20 companhias de setores como internet, finanças, tecnologias, mídia e químico foram alvos de sofisticados ciberataques em dezembro. Diante da situação, que resultou em violação de propriedade intelectual da companhia, além de um clima de negócios hostil, o Google informou que iria retirar o filtro aplicado em parte das buscas feitas por meio do Google.cn, uma decisão que poderia culminar com o fechamento dos escritórios da companhia na China. Tudo depende, é claro, de como será a reação do governo chinês. A secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, na terça-feira mesmo, expressou preocupação com as informações divulgadas pelo Google e questionou o governo chinês. Ela informou que pretende fazer um discurso na próxima semana centrado na liberdade da internet no século XXI. Um relatório apresentado na terça-feira pela iDefense, uma companhia de segurança da VeriSign, revelou que outras 33 companhias foram alvos de atraques no país asiático. O documento afirma ainda que os envolvidos na operação trabalham diretamente ou em parte para agências de inteligência do governo da República Popular da China. “Duas fontes anônimas e independentes da iDefense confirmaram que fontes de IPs e servidores ligados ao ataque correspondem a uma entidade estrangeira ligada ao governo chinês ou autorizada por ele”, informa o relatório. Eli Jellenc, que lidera a divisão de ciberinteligência da VeriSign iDefense, parou com os comentários de que os ataques haviam partido diretamente da inteligência chinesa. “Não podemos determinar se os hackers eram da agência ou contratados de fora.” A Adobe informou também que ataques sofisticados coordenados foram lançados contra sua rede e de outras companhias no dia 2 de janeiro; a companhia afirmou que o fato está sob investigação. A fabricante disse ainda não ter evidência se alguma informação foi comprometida. Google e Adobe declinaram de prover mais detalhes sobre os ataques, dizendo que tudo está sendo investigado. De acordo com o jornal The Washington Post, a Dow Chemical e Northrop Grumman também podem ter sido alvos de ataques. Outras companhias que poderiam ter sido atacadas ainda não foram identificadas. O CTO da McAfee, George Kurtz, afirmou em um post de blog que sua companhia participa da investigação e que a propriedade intelectual roubada do Google é algum código fonte. Se baseando em um estudo conduzido pela própria empresa de segurança, o executivo lembrou que as corporações perdem mais de US$ 1 trilhão em propriedade intelectual todos os anos por conta do cibercrime e ataques. O documento da iDefense aponta que o ataque sofrido pelo Google e outras companhias em dezembro tem muitas semelhanças aos ataques lançados contra cerca de 100 companhias do setor de TI em julho. Ele usou um arquivo PDF malicioso para empresas a vulnerabilidade “zero-day” no Adobe Reader. “De acordo com fontes familiars com o ataque atual, os hackers lançaram códigos maliciosos contra o Google e outras companhias utilizando PDFs anexados em e-mails; as mesmas fontes também afirmam que os arquivos possuem características similares aos distribuídos nos ataques de julho”, aponta o relatório. “Em ambos ataques, os arquivos maliciosos levavam um Trojan no formato de Windows DLL.” Um porta-voz da Adobe, ao comentar os ataques de dezembro, afirmo que “ainda não há nenhuma evidência que sugira que uma vulnerabilidade no Adobe Reader foi um vetor de ataque neste incidente.” Na terça-feira, a companhia lançou um pacote de segurança para vulnerabilidades no Acrobat e também no Reader.

Fonte: Reseller Web

Fortinet

9 de dezembro de 2009

A LDC Soluções é revenda certificada Fortinet há 05 anos e possui mais de 300 appliances implantados em Minas Gerais.

Fortinet é uma companhia sediada em Sunnyvale, Califórnia, especializada em equipamentos de segurança de rede. A linha de produtos emblemática da Fortinet é vendida sob a marca do FortiGate. O Fortigate™ é um appliance da marca Fortinet que implementa todas as funções de segurança de gateway em tempo real sem comprometer a performance das redes e oferecendo todos os níveis de proteção para combater as ameaças mais sofisticadas. Sua performance sem precedentes deve-se ao chip customizado desenvolvido pela Fortinet que o coloca à frente de qualquer appliance baseado em tecnologia Intel disponível no mercado. Fortigate detecta e elimina as ameaças mais perigosas do tráfego Web ou via email como vírus, worms, intrusos, conteúdo Web não permitido e muito mais, inspecionando todo o tráfego, inclusive o criptografado como HTTPS. Além da proteção no nível de aplicação, os appliances Fortinet implementam firewall, vpn, ids/ips, traffic shaping, DLP, wan optimization, layer 2/3 de roteamento, controles de aplicação, suporte VOIP (H. 323. e SCCP) e proteção anti-spam em plataformas de fácil gerenciamento. O produto oferece tecnologia superior com funções únicas em UTM como DLP, aceleração de rede e segurança em protocolos https, pops e imaps.

A Fortinet possui em seus produtos diversas certificações como: NSS, CE, FCC, ICSA, UL, VCCI e outras.