Estado australiano terá a maior rede Wi-Fi do mundo – tecnologia Aruba
24 de março de 2010
Infraestrutura, que supera a utilizada pela Força Aérea norte-americana, oferecerá cobertura para todas as escolas de New South Wales.
O estado de New South Wales, Austrália, em breve terá a maior rede sem fio centralizada de todo o mundo, oferecendo cobertura a todas as escolas da região, de acordo com o Departamento de Educação e Treinamento (DET) estadual. A rede terá 22 mil pontos de acesso distribuídos nas escolas de New South Wales, oferecendo cobertura completa em todos os campus para os 200 mil estudantes do estado. Algumas escolas terão a conectividade sem fio ampliada de uma única sala de aula para toda a estrutura institucional. O projeto de New South Wales estará completo em julho, quando a segunda etapa da distribuição terminar. Cerca de metade das escolas terá suas redes sem fio atualizadas durante a primeira fase da integração. O chefe de infraestrutura do DET, Stephen Wilson, afirmou nesta terça-feira (16/3) que sua rede equivale à rede sem fio utilizada pela Força Aérea dos Estados Unidos, e que ela continuará crescendo. “é a maior rede com monitoramento centralizado do mundo. Estamos lado a lado com a Força Aérea”, afirmou Wilson. “Todas as escolas têm acesso à rede. A segunda fase colocará a rede em todos os espaços de aprendizado.”
Netbooks
A IBM está liderando a distribuição com o hardware da série Aruba. A rede será utilizada por milhares de estudantes de nove a 12 anos. Eles também estão recebendo computadores portáteis ThinkPad Mini 10, da Lenovo. Cerca de 66 mil notebooks foram distribuídos para estudantes de 9 anos no último ano pelo DET, como parte da iniciativa Revolução da Educação Digital, um investimento de 2,2 bilhões de dólares. O Ministro da Educação de New South Wales, Verity Firth, também afirmou que mais 10 mil computadores chegarão às escolas a cada semana durante o resto de 2010, chegando aos 130 mil laptops distribuídos até a metade do ano.
Plano de banda larga
Os Estados Unidos também estão investindo na estrutura de acesso sem fio. A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) recomendará a implantação de uma rede de banda larga sem fio gratuita ou de baixo custo em todo o território norte-americano.
Por IDG News Service – Publicada em 16 de março de 2010 às 15h07
ISO 31000: O Novo Padrão para Gestão de Riscos
16 de dezembro de 2009
Nesta entrevista Alberto Bastos, Sócio-fundador da Módulo e Coordenador no Brasil da Comissão Especial da ABNT, que participou das reuniões internacionais para desenvolvimento da norma, fala sobre as principais diferenças e benefícios desta nova norma a redação do Portal.
Da Redação Publicada oficialmente em 13 de novembro de 2009, a ISO 31000 foi desenvolvida por um grupo de especialistas representantes de mais de 30 países e tem por objetivo servir como um guia mestre para Gestão de Riscos. Em conjunto com a ISO 31000 foi publicada também a nova versão do ISO Guide 73, revisado pelo mesmo grupo. O Brasil participou ativamente desse desenvolvimento enviando comentários e sugestões através da Comissão Especial de Estudo Gestão de Riscos da ABNT, que atualmente possui mais de 400 participantes de empresas e organizações dos mais variados segmentos como Indústria, Bancos, Seguros, Tecnologia, Energia, Universidades, Telecomunicações, Saúde, Agronegócios, Segurança dentre outros. 1. Existe atualmente uma série de normas para gestão de riscos, que em um primeiro momento parecem similares. Por que adotar a norma ISO 31000? A criação de padrões é um elemento fundamental para desenvolver uma linguagem comum, sistemas de gestão, normas e procedimentos para orientar as organizações como um todo e disseminar a cultura de Gestão de Riscos. Atualmente existem vários padrões que se complementam de alguma forma. A idéia a partir de agora é usar a ISO 31000 como referência em todos estes padrões que envolvam Gestão de Riscos. O objetivo da ISO 31000 é ser a “norma-das-normas” para Gestão de Riscos, seja este risco ambiental, operacional ou financeiro aplicáveis as organizações de todos os tipos e tamanhos. 2. Com a norma ISO 31000 o senhor acredita que a tendência das organizações será manter a Gestão de Riscos integrada (ambiental, financeira, segurança da informação, etc)? O lançamento da ISO 31000 representa um grande marco para a integração destas áreas e funções nas organizações. A norma recomenda que as organizações desenvolvam, implementem e melhorem continuamente uma estrutura cuja finalidade é integrar o processo para gerenciar riscos na governança, gestão, políticas, valores e cultura em toda a organização. 3. As empresas que já utilizam modelos de Gestão de Riscos devem adotar imediatamente a ISO 31000? Qual a estimativa de tempo para adoção da norma? Em um primeiro momento é preciso adquirir e conhecer o documento, que contém apenas 24 páginas, proporcionando uma leitura bem rápida. A partir de então, deve-se escolher o melhor modelo para implementar a estrutura em sua organização. Como a ISO 31000 não é uma norma de certificação, a urgência em seguir rigidamente alguns passos é menor. Já o tempo de adoção pode variar em cada organização. Em uma empresa de grande porte pode levar de 3 a 4 anos em média, dependendo do escopo. 4. Existe a tendência de criar novas normas da série 31000 extinguindo outras? Foi lançada recentemente a norma ISO 31010: Risk Management – Risk assessment techniques, cujo escopo é fornecer orientações sobre a definição e aplicação de técnicas e sistemáticas para avaliação de riscos. Este padrão também não se destina a certificação e complementa a ISO 31000 com métodos e técnicas detalhadas. 5. Qual a importância da ISO Guia 73 em todo esse contexto? Especificamente sobre o Guia 73, é importante que as organizações adotem os conceitos e terminologia para criar uma linguagem comum nas diferentes áreas, funções e processos que de alguma forma lidam com gestão de riscos. 6. Qual a relação entre as normas 27001, 27002 e 27005 com a 31000? A ISO 31000 substitui a ISO 27005? A ISO 31000 não substitui nenhuma norma existente. A ISO/IEC 27005 faz parte do conjunto de normas da série de 27000, sobre um sistema de gestão de Segurança da Informação, onde inclui: 27001 e 27002. Essa norma apresenta as melhores práticas e possibilita o aprofundamento em aspectos exclusivos da Segurança da Informação, já a ISO 31000 é mais genérica contempla todos os setores. Existe atualmente uma força tarefa em andamento para que a ISO 27005 seja imediatamente revisada e alinhada com a ISO 31000. 7. As normas já estão disponíveis em português? No Brasil, ambas as normas foram traduzidas e publicadas pela ABNT em 30 de novembro, como normas brasileiras, ABNT NBR ISO 31000 e ABNT ISO Guia 73. As normas podem ser adquiridas no site da ABNT: http://www.abntcatalogo.com.br ao preço de R$ 74,80 (ABNT NBR ISO 31000:2009) e R$ 49,70 (ABNT ISO GUIA 73:2009) 8 – Quais são os próximos passos do Comitê de Gestão de Riscos? Vamos iniciar o planejamento estratégico para estabelecer objetivos e metas da comissão bem como definir os próximos passos do grupo. Algumas idéias já existem, desenvolvimento de normas internacionais de Gestão de Riscos e continuidade de negócios. 9 – Como devem proceder os interessados em colaborar ou conhecer os detalhes sobre as atividades desse comitê? Os interessados devem enviar email para abastos@modulo.com.br
14 Dez 2009| FONTE – Da Redação (Modulo Solutions for GRC)
Capital humano é o foco
10 de dezembro de 2009
Capital humano é o foco
Mais do que otimizar a produtividade e crescer no mercado interno ou externo, a gestão de pessoas é considerada prioridade principal dos próximos três anos para sete a cada dez CEOs latinoamericanos. é o que aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10/12) feita pela consultoria Korn/Ferry International com 365 presidentes de empresas formadoras de tendências na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela e também em Miami (EUA). Entre os brasileiros, esse índice sobe para 74% enquanto em alguns setores específicos, como Saúde/Farma/Ciências da Vida, chega a 81%. De acordo com a Korn/Ferry, esse é um indicativo importante de uma mudança de paradigma na gestão. Para conquistar melhores resultados e responder às pressões e novas demandas, os presidentes começam a investir pesado em seu capital humano como um instrumento para transformação e aumento do impacto nos resultados. A expansão no mercado local e global é apontada como um das prioridades por 54%, enquanto a otimização de produtividade aparece em seguida com 39%. Porém, segundo estudo, comparado com pesquisa feita em 2003 a preocupação com a formação de talentos é algo recente dentro das companhias da região. “Esse é um amadurecimento importante que acompanha as mudanças no ambiente de trabalho”, avalia Sérgio Averbach, presidente da Korn/Ferry para a América do Sul. Segundo os presidentes entrevistados, entre os principais motivos desse novo foco está a chegada da geração Y (nascidos após 1980) ao mercado de trabalho. Os novos profissionais são responsáveis por mudanças mais frequentes e profundas nas relações com as empresas, especialmente no que diz respeito ao aumento da distância entre o indivíduo e a organização – a menor ligação com o trabalho (16%) e o melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (10%) são as razões mais apontadas pelos executivos. Nesse cenário, a necessidade de compreender a diferença entre engajamento e lealdade torna-se crítica para as empresas. Muitas vezes, colaboradores mais antigos nas companhias podem ser vistos como mais leais e menos engajados em mudanças ou em esforços de transformação. O oposto acontece com os jovens profissionais da geração Y. A chave está em entender as diferenças e investir na implementação de programas de desenvolvimento de carreiras que enderecem claramente as especificidades de cada perfil e equipe, sempre de olho na retenção dos principais talentos – e com atenção especial aos high potentials. Para isso deve-se focar em estratégias e programas específicos que são mais eficientes e com retorno sobre o investimento claramente superior. Para 86% dos executivos, a competência mais forte em sua equipe de liderança é “Entender o Negócio”. Já outros 56% apontam que, entre as sete competências mais importantes a serem desenvolvidas, está a habilidade de inovar, isto é, “Criar o Novo e o Diferente”. Dos entrevistados, 78% acreditam que investir no desenvolvimento dos profissionais é o melhor caminho para a transformação dos atuais talentos em novos líderes.
Fonte B2B magazine > Canais > Gente B2B – 10 de dezembro de 2009 às 12h43
Consultoria em Segurança
6 de outubro de 2009
Através de consultoria em Segurança da Informação com uma visão inovadora e abrangente, seguindo as necessidades reais de nossos clientes, a LDC Soluções disponibiliza métodos personalizados para se obter segurança dentro de sua organização utilizando padrões ISO.
Implantamos uma Gestão de Segurança da Informação através de Políticas avançadas e elaboradas especificamente para cada cliente junto as suas necessidades.
Possuímos capacitação técnica e comercial de grandes fabricantes como Aruba, F5, Fortinet, Ruckus, Radware, por isso oferecemos equipamentos e ferramentas avançadas para monitoramento dinÂmico, liberando, restringindo, controlando e acompanhando os acessos em tempo real. Contudo, a geração de dados para análise, planos de contingência e tomada de decisão tornam-se eficientes.
Nossa equipe conta com profissionais qualificados para desenvolvimento, implantação e acompanhamento pós-implementação. Através de palestras de segurança conscientizamos o principal e mais frágil elo desse mecanismo de Segurança da Informação.
A Segurança da Informação, muitas vezes presumida na responsabilidade da área de TI, torna-se mais complexa à medida que a organização possui fatores de riscos e áreas de vulnerabilidade inerentes em aspectos globais, sendo então necessário delegar a responsabilidade a uma empresa especializada. Bem vindo à LDC Soluções!

