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	<title>LDC - Lidercomp Soluções &#187; empresa</title>
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	<description>Soluções em segurança, convergência e comunicação de dados</description>
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		<title>Banco do Brasil conta com uma solução integrada Fortinet para Firewall, VPN e Prevenção de Intrusão</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 10:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosely</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fortinet ® (NASDAQ: FTNT), um provedor líder em segurança de rede e líder mundial de gerenciamento unificado de ameaças (UTM) anunciou hoje que o Banco do Brasil  implantou na sua sede brasileira e em 145 localidades em todo o país vários Fortinet FortiGate ®, aparelhos concebidos para firewall, prevenção de intrusão (IPS) e rede privada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fortinet ® (NASDAQ: FTNT), um provedor líder em segurança de rede e líder mundial de gerenciamento unificado de ameaças (UTM) anunciou hoje que o Banco do Brasil  implantou na sua sede brasileira e em 145 localidades em todo o país vários Fortinet FortiGate ®, aparelhos concebidos para firewall, prevenção de intrusão (IPS) e rede privada virtual (VPN) de proteção. Banco do Brasil também tem implantados FortiManager Fortinet ™ para gestão e comunicação dos aparelhos e FortiAnalyzer, solução de análise ™ para ajudar a monitorar e analisar a atividade da rede e tentativas de ataques.</p>
<p>Banco do Brasil está implantando a plataforma da Fortinet FortiGate, para consolidar a sua abordagem à segurança da rede,pela  facilidade de administração e performance da solução baseada em ASIC acelerado, que pode processar grandes quantidades de tráfego, sem degradar o desempenho da rede, de acordo com as exigências do público RFP e após uma grande disputa com os concorrentes. Com funcionalidades de segurança integrada em cada um dos FortiGate-3600A, 311B e 110C, soluções instaladas, Banco do Brasil pode adicionar ou remover recursos sem ter que acrescentar dispositivos adicionais e sem ter de adaptar as suas infra-estruturas de rede. A NCT Informática, Platina Fortinet Channel e Authorized Training Center, é responsável pela venda, formação, serviços e suporte de todas as plataformas no ambiente do cliente.</p>
<p>Nove FortiGate-3600A,  aparelhos de classe empresarial , estão localizados na sede do Banco do Brasil e estão ligados aos escritórios de agências do banco para ajudar a fornecer segurança e aceleração de conectividade VPN.  Além disso, os appliances FortiGate estão sendo usados para ajudar a garantir as auto-aplicações de serviços &#8211; tanto em agências e através da internet &#8211; como máquinas ATM para depósitos, saques e pagamentos.</p>
<p>Também localizado na sede do banco estão 80 FortiGate-311B, aparelhos implantados no modo de alta disponibilidade. Os aparelhos estão sendo usados para ajudar a proteger o Datacenter do banco. Para gerenciar e analisar os 80 aparelhos, o banco implantou dois FortiManager-3000 e dois FortiAnalyzer-2000A.</p>
<p>Em cada uma das 145 localidades, o Banco tem dois FortiGate-110C implantados no modo de alta disponibilidade. Os appliances FortiGate estão sendo usados para firewall, IPS e proteção VPN. Agora, as agências podem ligar de volta para o escritório central de uma forma segura, protegendo informações críticas dos clientes, tais como saldos de contas bancárias e informações pessoais.</p>
<p>A rede de distribuição do Banco do Brasil exige uma gestão fácil e análise da rede. Os dois FortiManager-3000 implantados na sede do banco, permitem a aplicação das regras de forma rápida e eficaz em toda a rede distribuída remotamente, sem ter que visitar cada local. Os dois  FortiAnalyzer-2000A, estão eliminando o número de regras duplicadas ou inconsistentes. Funcionários do Banco em locais remotos não têm que ser tecnicamente competentes, se houver alterações necessárias na rede. Em vez disso, a equipe de TI, na sede do Banco de Brasília pode facilmente e perfeitamente fazer alterações na rede para todos os locais em uma mudança geral ou por cada banco individual.</p>
<p>&#8220;A implementação da Fortinet no Banco do Brasil é uma prova da eficácia dos sistemas FortiGate em grandes empresas que necessitam de ampla distribuição , no mundo da segurança da rede &#8220;, disse Pedro Paixão, vice-presidente da Fortinet na América Latina. &#8220;Hoje os produtos ponto a ponto são complicados, caros e muitas vezes ineficazes contra o atual ambiente de multi-ameaças, o que exige uma abordagem multi-camadas de segurança na qual a Fortinet é especializada.&#8221;</p>
<p>Sobre FortiGate</p>
<p>Sistemas Fortinet FortiGate são dispositivos de segurança com aceleração ASIC  que integram central de segurança e funcionalidades de rede, incluindo firewall, VPN IPSec e SSL, antivírus, prevenção de intrusão, filtro de web, antispam, controle de aplicativos, dados de prevenção de perdas, SSL inspeção de tráfego e otimização de WAN. Todos os sistemas FortiGate são mantidos atualizados automaticamente pela Fortinet ®, que ajuda a proteger contra os danos, conteúdo baseado em ameaças de e-mail e tráfego da Web, tais como vírus, worms, intrusões, ou outro tráfego de rede indesejado e muito mais &#8211; em torno do tempo e em todo o mundo. As soluções da Fortinet ganharam diversos prêmios e são os únicos produtos de segurança que são certificados em cinco programas por ICSA Labs para firewall, antivírus, IPSec VPN, IPS de rede e antispam.</p>
<p>Sobre a Fortinet &#8211; www.fortinet.com</p>
<p>Fortinet (NASDAQ: FTNT) é um fornecedor mundial de appliances de segurança de rede e líder de mercado no gerenciamento unificado de ameaças (UTM). Nossos produtos e serviços de assinatura fornecem solução ampla, integrada e de alta performance de proteção contra ameaças de segurança dinâmica, simplificando a infra-estrutura de segurança. Nossos clientes incluem empresas, prestadores de serviços e entidades governamentais em todo o mundo.Os produtos da Fortinet FortiGate ASIC proporcionam desempenho acelerado e integram várias camadas de segurança projetadas para ajudar a proteger contra ameaças de rede e aplicação. A linha de produtos da Fortinet UTM ajuda a proteger toda a empresa &#8211; a partir de parâmetros, para o perímetro e do núcleo, incluindo bases de dados e aplicações. Fortinet é uma companhia sediada em Sunnyvale, Califórnia, com escritórios em todo o mundo.</p>
<p>Copyright © 2010 Fortinet, Inc. Todos os direitos reservados. Os símbolos ® e ™ denotam marcas registradas, respectivamente federal e marcas registradas e não registradas da Fortinet, Inc., suas subsidiárias e afiliadas. A marca Fortinet inclui, mas não estão limitados ao seguinte: Fortinet, FortiGate, FortiGuard, FortiManager, FortiMail, FortiClient, FortiCare, FortiAnalyzer, FortiReporter, Fortios, FortiASIC, FortiWifi, FortiSwitch, FortiVoIP, FortiBIOS, FortiLog, FortiResponse, FortiCarrier, FortiScan , FortiDB e FortiWeb. Outras marcas comerciais pertencem a seus respectivos proprietários.</p>
<p>Fonte: cnnmoney.com &#8211; 03 de Fevereiro de 2010 &#8211; 09:00</p>
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		<title>ISO 31000: O Novo Padrão para Gestão de Riscos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 18:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosely</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Nesta entrevista Alberto Bastos, Sócio-fundador da Módulo e Coordenador no Brasil da Comissão Especial da ABNT, que participou das reuniões internacionais para desenvolvimento da norma, fala sobre as principais diferenças e benefícios desta nova norma a redação do Portal.  Da Redação Publicada oficialmente em 13 de novembro de 2009, a ISO 31000 foi desenvolvida por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Nesta entrevista Alberto Bastos, Sócio-fundador da Módulo e Coordenador no Brasil da Comissão Especial da ABNT, que participou das reuniões internacionais para desenvolvimento da norma, fala sobre as principais diferenças e benefícios desta nova norma a redação do Portal. </p>
<p>Da Redação Publicada oficialmente em 13 de novembro de 2009, a ISO 31000 foi desenvolvida por um grupo de especialistas representantes de mais de 30 países e tem por objetivo servir como um guia mestre para Gestão de Riscos. Em conjunto com a ISO 31000 foi publicada também a nova versão do ISO Guide 73, revisado pelo mesmo grupo. O Brasil participou ativamente desse desenvolvimento enviando comentários e sugestões através da Comissão Especial de Estudo Gestão de Riscos da ABNT, que atualmente possui mais de 400 participantes de empresas e organizações dos mais variados segmentos como Indústria, Bancos, Seguros, Tecnologia, Energia, Universidades, Telecomunicações, Saúde, Agronegócios, Segurança dentre outros. 1. Existe atualmente uma série de normas para gestão de riscos, que em um primeiro momento parecem similares. Por que adotar a norma ISO 31000? A criação de padrões é um elemento fundamental para desenvolver uma linguagem comum, sistemas de gestão, normas e procedimentos para orientar as organizações como um todo e disseminar a cultura de Gestão de Riscos. Atualmente existem vários padrões que se complementam de alguma forma. A idéia a partir de agora é usar a ISO 31000 como referência em todos estes padrões que envolvam Gestão de Riscos. O objetivo da ISO 31000 é ser a &#8220;norma-das-normas&#8221; para Gestão de Riscos, seja este risco ambiental, operacional ou financeiro aplicáveis as organizações de todos os tipos e tamanhos. 2. Com a norma ISO 31000 o senhor acredita que a tendência das organizações será manter a Gestão de Riscos integrada (ambiental, financeira, segurança da informação, etc)? O lançamento da ISO 31000 representa um grande marco para a integração destas áreas e funções nas organizações. A norma recomenda que as organizações desenvolvam, implementem e melhorem continuamente uma estrutura cuja finalidade é integrar o processo para gerenciar riscos na governança, gestão, políticas, valores e cultura em toda a organização. 3. As empresas que já utilizam modelos de Gestão de Riscos devem adotar imediatamente a ISO 31000? Qual a estimativa de tempo para adoção da norma? Em um primeiro momento é preciso adquirir e conhecer o documento, que contém apenas 24 páginas, proporcionando uma leitura bem rápida. A partir de então, deve-se escolher o melhor modelo para implementar a estrutura em sua organização. Como a ISO 31000 não é uma norma de certificação, a urgência em seguir rigidamente alguns passos é menor. Já o tempo de adoção pode variar em cada organização. Em uma empresa de grande porte pode levar de 3 a 4 anos em média, dependendo do escopo. 4. Existe a tendência de criar novas normas da série 31000 extinguindo outras? Foi lançada recentemente a norma ISO 31010: Risk Management – Risk assessment techniques, cujo escopo é fornecer orientações sobre a definição e aplicação de técnicas e sistemáticas para avaliação de riscos. Este padrão também não se destina a certificação e complementa a ISO 31000 com métodos e técnicas detalhadas. 5. Qual a importância da ISO Guia 73 em todo esse contexto? Especificamente sobre o Guia 73, é importante que as organizações adotem os conceitos e terminologia para criar uma linguagem comum nas diferentes áreas, funções e processos que de alguma forma lidam com gestão de riscos. 6. Qual a relação entre as normas 27001, 27002 e 27005 com a 31000? A ISO 31000 substitui a ISO 27005? A ISO 31000 não substitui nenhuma norma existente. A ISO/IEC 27005 faz parte do conjunto de normas da série de 27000, sobre um sistema de gestão de Segurança da Informação, onde inclui: 27001 e 27002. Essa norma apresenta as melhores práticas e possibilita o aprofundamento em aspectos exclusivos da Segurança da Informação, já a ISO 31000 é mais genérica contempla todos os setores. Existe atualmente uma força tarefa em andamento para que a ISO 27005 seja imediatamente revisada e alinhada com a ISO 31000. 7. As normas já estão disponíveis em português? No Brasil, ambas as normas foram traduzidas e publicadas pela ABNT em 30 de novembro, como normas brasileiras, ABNT NBR ISO 31000 e ABNT ISO Guia 73. As normas podem ser adquiridas no site da ABNT: http://www.abntcatalogo.com.br ao preço de R$ 74,80 (ABNT NBR ISO 31000:2009) e R$ 49,70 (ABNT ISO GUIA 73:2009) 8 &#8211; Quais são os próximos passos do Comitê de Gestão de Riscos? Vamos iniciar o planejamento estratégico para estabelecer objetivos e metas da comissão bem como definir os próximos passos do grupo. Algumas idéias já existem, desenvolvimento de normas internacionais de Gestão de Riscos e continuidade de negócios. 9 – Como devem proceder os interessados em colaborar ou conhecer os detalhes sobre as atividades desse comitê? Os interessados devem enviar email para <a href="mailto:abastos@modulo.com.br">abastos@modulo.com.br</a></p>
<p>14 Dez 2009| FONTE &#8211; Da Redação (Modulo Solutions for GRC)</p>
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		<title>Brasil é lider em spams</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 13:26:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[País toma posição dos Estados Unidos e aparece como o que mais envia e-mails indesejados no mundo Relatório anual divulgado pela Cisco Systems trouxe uma má notícia para a internet brasileira. Com quase o triplo de mensagens indesejadas enviadas em 2009, o País apareceu como líder do ranking mundial, deixando para trás os Estados Unidos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>País toma posição dos Estados Unidos e aparece como o que mais envia e-mails indesejados no mundo</h2>
<div id="msgLogin">Relatório anual divulgado pela Cisco Systems trouxe uma má notícia para a internet brasileira. Com quase o triplo de mensagens indesejadas enviadas em 2009, o País apareceu como líder do ranking mundial, deixando para trás os Estados Unidos.</p>
<p>Responsável por 2,7% dos spams enviados em 2008, o Brasil viu saltar para 7,7% sua participação no volume total enviado neste ano. Em contrapartida, o volume norte-americano caiu mais de 20%, segundo dados da pesquisa, e passou a responder por 6,6% do total. </p>
<p>De acordo com o relatório, os países emergentes representam 55% das mensagens indesejadas enviadas em todo o mundo. O dado é justificado ainda pelo avanço da Ãndia, que ocupa a terceira colocação com crescimento superior a 130%.</p></div>
<div>Fonte: M&amp;M Online &#8211; 10 de Dezembro de 2009 às 09:09</div>
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		<title>Capital humano é o foco</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:50:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Capital humano é o foco Mais do que otimizar a produtividade e crescer no mercado interno ou externo, a gestão de pessoas é considerada prioridade principal dos próximos três anos para sete a cada dez CEOs latinoamericanos. é o que aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10/12) feita pela consultoria Korn/Ferry International com 365 presidentes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Capital humano é o foco</p>
<p>Mais do que otimizar a produtividade e crescer no mercado interno ou externo, a gestão de pessoas é considerada prioridade principal dos próximos três anos para sete a cada dez CEOs latinoamericanos. é o que aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10/12) feita pela consultoria Korn/Ferry International com 365 presidentes de empresas formadoras de tendências na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela e também em Miami (EUA). Entre os brasileiros, esse índice sobe para 74% enquanto em alguns setores específicos, como Saúde/Farma/Ciências da Vida, chega a 81%. De acordo com a Korn/Ferry, esse é um indicativo importante de uma mudança de paradigma na gestão. Para conquistar melhores resultados e responder às pressões e novas demandas, os presidentes começam a investir pesado em seu capital humano como um instrumento para transformação e aumento do impacto nos resultados. A expansão no mercado local e global é apontada como um das prioridades por 54%, enquanto a otimização de produtividade aparece em seguida com 39%. Porém, segundo estudo, comparado com pesquisa feita em 2003 a preocupação com a formação de talentos é algo recente dentro das companhias da região. &#8220;Esse é um amadurecimento importante que acompanha as mudanças no ambiente de trabalho&#8221;, avalia Sérgio Averbach, presidente da Korn/Ferry para a América do Sul. Segundo os presidentes entrevistados, entre os principais motivos desse novo foco está a chegada da geração Y (nascidos após 1980) ao mercado de trabalho. Os novos profissionais são responsáveis por mudanças mais frequentes e profundas nas relações com as empresas, especialmente no que diz respeito ao aumento da distância entre o indivíduo e a organização &#8211; a menor ligação com o trabalho (16%) e o melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (10%) são as razões mais apontadas pelos executivos. Nesse cenário, a necessidade de compreender a diferença entre engajamento e lealdade torna-se crítica para as empresas. Muitas vezes, colaboradores mais antigos nas companhias podem ser vistos como mais leais e menos engajados em mudanças ou em esforços de transformação. O oposto acontece com os jovens profissionais da geração Y. A chave está em entender as diferenças e investir na implementação de programas de desenvolvimento de carreiras que enderecem claramente as especificidades de cada perfil e equipe, sempre de olho na retenção dos principais talentos &#8211; e com atenção especial aos high potentials. Para isso deve-se focar em estratégias e programas específicos que são mais eficientes e com retorno sobre o investimento claramente superior. Para 86% dos executivos, a competência mais forte em sua equipe de liderança é &#8220;Entender o Negócio&#8221;. Já outros 56% apontam que, entre as sete competências mais importantes a serem desenvolvidas, está a habilidade de inovar, isto é, &#8220;Criar o Novo e o Diferente&#8221;. Dos entrevistados, 78% acreditam que investir no desenvolvimento dos profissionais é o melhor caminho para a transformação dos atuais talentos em novos líderes.</p>
<p>Fonte B2B magazine &gt; Canais &gt; Gente B2B &#8211; 10 de dezembro de 2009 às 12h43</p>
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		<title>Entidades se unem para transformar indústria brasileira de TI na segunda maior do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:18:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Sob o selo Brasil IT +, representantes ambicionam entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global de software e serviços Não é de hoje que a indústria nacional de tecnologia da informação quer uma fatia do mercado global. Há anos, os representantes do setor lançam iniciativas para ganhar representatividade. Os avanços eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <em>Sob o selo Brasil IT +, representantes ambicionam entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global de software e serviços</em></p>
<div id="text">
<div>
<p>Não é de hoje que a indústria nacional de tecnologia da informação quer uma fatia do mercado global. Há anos, os representantes do setor lançam iniciativas para ganhar representatividade. Os avanços eram percebidos lentamente. Mas, agora, isso deve mudar. Entidades resolveram se aproximar para acelerar a expansão ao mercado externo por meio de uma ação comum.</p>
<p>Sete representantes da iniciativa privada do setor somaram forças com entidades governamentais para impulsionar o software e o serviço brasileiros na criação de uma nova marca para a divulgar a TI &#8220;made in Brazil&#8221; mundo afora. As entidades setoriais trabalham com a missão de transformar o Brasil no segundo maior provedor de tecnologia da informação e comunicações do mundo.</p>
<p>O que desde 2004 chamava-se Brazil IT transformou-se em Brasil IT +, com S escrito em azul, verde e branco e sublinhado com a frase &#8220;value beyond expectations&#8221;. Os próximos passos desta empreitada residem na implantação de uma estrutura de gestão de marca e na garantia que a indústria tenha representatividade no setor.</p>
<p>A estratégia apoia-se em quatro pilares: a origem brasileira, porte do setor no país, habilidade de construir parcerias e capacidade de tornar-se player relevante.</p>
<p>O movimento objetiva a criação de uma linguagem visual única. A iniciativa foi concebida no âmbito de um dos Projetos Setoriais Integrados (PSI) desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).</p>
<p>&#8220;Durante muito tempo, a brasilidade tinha conotação negativa&#8221;, comenta Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil, uma das organizações por traz da iniciativa, sinalizando que agora os ventos mudaram. &#8220;Temos elementos para construir uma imagem forte e sustentável do segmento de TI&#8221;, enfatiza.</p>
<p>&#8220;Em nossa pauta de exportação, o setor de TI tem tido destaque&#8221;, comenta o ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge. Na visão dele, qualquer política industrial moderna tem que ter inovação e tecnologia como elementos indispensável. &#8220;é um passo importante para que possamos ocupar melhor o mercado de TI. Mas uma marca sozinha não faz negócio&#8221;, sentencia, apontando que é fundamental colocar em prática ações para apoiar a nova marca na geração de negócio.</p>
<p>&#8220;A questão da marca é importante para que o país passe a ser reconhecido como player global&#8221;, avaliou o secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), Augusto Gadelha, salientando que os provedores brasileiros precisam se posicionar nas lacunas deixadas pelas companhias indianas.</p>
<p>&#8220;Dificilmente, a Ãndia perderá o espaço que ocupa&#8221;, reconhece Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da Associação para Promoção de Excelência do Software Brasileiro (Softex), apontando que a ambição brasileira é abocanhar uma fatia entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões do mercado global.</p>
<p>Na visão de Antonio Gil, presidente da Brasscom, o Brasil vive um &#8220;momento mágico&#8221;. O executivo aponta o País como centro de excelência no uso de TI pela vertical de finanças, governo e manufatura.</p>
<p>Segundo Bacha, hoje o setor de TIC representa algo em torno de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Mas a representatividade poderá ser maior em alguns anos. De acordo com o vice-presidente da Softex, 5,2% das receitas das empresas de software e serviços de TI são investidos em inovação, além disso, o Brasil já se transformou no terceiro maior mercado de PCs do mundo, atrás apenas de China e Estados Unidos.</p>
<p>As empresas brasileiras exportarão algo em torno de US$ 3 bilhões em software e serviços de TI até o fim de 2009. As projeções são para elevar esta quantia a US$ 3,5 bilhões, quando o mercado de offshore mundial movimentará US$ 101 bilhões. O mercado brasileiro movimentou US$ 29,4 bilhões, em 2008. O setor de software gerou, no mesmo ano, recursos da ordem de US$ 3,2 bilhões.</p>
<p>Apoiaram o movimento a Softex, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), MDIC, MCT, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu) e da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo).</p>
<p> Fonte &#8211; IT Mídia &#8211; por Felipe Dreher / IT Web - 08/12/2009</p></div>
</div>
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		<title>Malware no Iphone</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosely</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A F-Secure, empresa especializada em segurança da informação, detectou o primeiro worm de Iphone, identificado como Ikee. Apesar de estar se propagando rapidamente, o worm só é capaz de infectar dispositivos que foram destravados. Ao passar pelo processo chamado de &#8220;jailbreak&#8221;, os mecanismos de proteção do iPhone são removidos, permitindo que os usuários habilitem qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A F-Secure, empresa especializada em segurança da informação, detectou o primeiro worm de Iphone, identificado como Ikee. Apesar de estar se propagando rapidamente, o worm só é capaz de infectar dispositivos que foram destravados. Ao passar pelo processo chamado de &#8220;jailbreak&#8221;, os mecanismos de proteção do iPhone são removidos, permitindo que os usuários habilitem qualquer software que desejarem no aparelho. Os proprietários do iPhone infectado notarão que o seu wallpaper foi alterado para uma foto do cantor Rick Astley, que exibe a seguinte mensagem: &#8220;ikee is never going to give you up&#8221;. Este worm ataca usuários que destravaram o celular, mas não alteraram a senha de administrador. Ele procura por iPhones vulneráveis ao analisar uma variedade de endereços IP de outros aparelhos â€” a maioria na Austrália. Até o momento, não houve a confirmação de sistemas atacados de outros países. Depois que o Ikee infecta um telefone, ele desabilita o serviço SSH &#8211; pacote de programas que aumenta a segurança de um sistema de redes. A F-Secure recomenda aos usuários que possuem o iPhone destravado, alterar a senha de administrador. O criador do worm publicou o código fonte completo das quatro variantes existentes deste malware. Isto significa que, em breve, e rapidamente, haverá mais variantes, provavelmente mais nocivas, que causarão maiores danos.</p>
<p>B2B magazine &gt; Canais &gt; Segurança</p>
<p>10 de novembro de 2009 às 10h48</p>
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		<title>Encostou, pagou</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosely</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A MasterCard, junto da Credicard e Redecard, anunciaram o lançamento do sistema de pagamento sem contato. A primeira cidade a receber a novidade será o Rio de Janeiro. Cerca de seis mil usuários do cartão de crédito da MasterCard já podem utilizar o PayPass, nome do serviço, no transporte público, bondinho do Pão de Açúcar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A MasterCard, junto da Credicard e Redecard, anunciaram o lançamento do sistema de pagamento sem contato. A primeira cidade a receber a novidade será o Rio de Janeiro. Cerca de seis mil usuários do cartão de crédito da MasterCard já podem utilizar o PayPass, nome do serviço, no transporte público, bondinho do Pão de Açúcar, seis restaurantes do McDonalds e na rede de cinemas UCI. A tecnologia apresentada consiste em um chaveiro com um chip. Com funcionalidade semelhante a um cartão de crédito, o usuário encosta o chaveiro em um aparelho e pronto, realizou sua compra. Não é necessário digitar senha ou assinar autorização. Gilberto Cadart, presidente da MasterCard Brasil, acredita que por se tratar apenas de transações de valores pequenos, a falta de uma senha não compromete a segurança. &#8220;O cliente pode cadastrar um limite de gasto diário. Em caso de perda ou roubo, ele só precisa ligar e informar seu nome para bloquear o cartão. Os gastos que ele não realizou não serão repassados&#8221;. O sistema funcionará como piloto nos próximos dois meses. O teste será feito com 1% do total de clientes da MasterCard no Estado do Rio de Janeiro, que totaliza cerca de 600 mil pessoas. Segundo Leonel Andrade, presidente da Credicard, a expectativa é que nos próximos seis meses o PayPass seja utilizado por 200 mil clientes da rede, só no Rio de Janeiro. A escolha da capital carioca se deu, segundo os executivos, devido sua futura exposição mundial com a realização de Copa do Mundo e Olimpíada. Outro fator determinante foi o total de clientes da MasterCard no Rio, e também o nível de uso do cartão de crédito no Estado, um dos maiores da empresa no País, segundo Henrique Capdeville, diretor de planejamento estratégico da Redecard. Nos primeiros seis meses do sistema, não haverá anuidade ou qualquer taxa para o cliente do PayPass. O valor de crédito inicial será de R$ 200, e a MasterCard dará R$ 20 de bônus para quem for testar a novidade. A ideia é ampliar os serviços para outras cidades do País e da América Latina. &#8220;Não temos um cronograma definido. Queremos saber a aceitação no Rio e esgotar os serviços na cidade&#8221;, explica Gilberto, da MasterCard. Criado para facilitar pagamentos de valores maiores, o crédito vem mudando sua relação com o consumidor. Utilizado também para valores pequenos, fica a questão da viabilidade de seu uso para empresas menores. Para o presidente da rede de cartões, o cartão de crédito estimula o gasto pelo consumidor. &#8220;A facilidade e a conveniência faz com que o cliente acabe gastando mais do que gastaria se fosse pagar com dinheiro. Cabe ao varejista avaliar se vale a pena ou não utilizar o sistema, mas acreditamos que ele só tem a ganhar&#8221;.</p>
<p>B2B magazine &gt; Canais &gt; Especial</p>
<p>Encostou, pagou</p>
<p>5 de novembro de 2009 às 12h18 Por Obede Júnior</p>
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		<title>Consultoria em Segurança</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 19:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosely</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aruba]]></category>
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		<description><![CDATA[Através de consultoria em Segurança da Informação com uma visão inovadora e abrangente, seguindo as necessidades reais de nossos clientes, a LDC Soluções disponibiliza métodos personalizados para se obter segurança dentro de sua organização utilizando padrões ISO. Implantamos uma Gestão de Segurança da Informação através de Políticas avançadas e elaboradas especificamente para cada cliente junto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Através de consultoria em Segurança da Informação com uma visão inovadora e abrangente, seguindo as necessidades reais de nossos clientes, a LDC Soluções disponibiliza métodos personalizados para se obter segurança dentro de sua organização utilizando padrões ISO.</p>
<p>Implantamos uma Gestão de Segurança da Informação através de Políticas avançadas e elaboradas especificamente para cada cliente junto as suas necessidades.</p>
<p> Possuímos capacitação técnica e comercial de grandes fabricantes como Aruba, F5, Fortinet, Ruckus, Radware, por isso oferecemos equipamentos e ferramentas avançadas para monitoramento dinÂmico, liberando, restringindo, controlando e acompanhando os acessos em tempo real. Contudo, a geração de dados para análise, planos de contingência e tomada de decisão tornam-se eficientes.</p>
<p> Nossa equipe conta com profissionais qualificados para desenvolvimento, implantação e acompanhamento pós-implementação. Através de palestras de segurança conscientizamos o principal e mais frágil elo desse mecanismo de Segurança da Informação.</p>
<p>A Segurança da Informação, muitas vezes presumida na responsabilidade da área de TI, torna-se mais complexa à medida que a organização possui fatores de riscos e áreas de vulnerabilidade inerentes em aspectos globais, sendo então necessário delegar a responsabilidade a uma empresa especializada. Bem vindo à LDC Soluções!</p>
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