Pesquisa aponta que market share da Aruba em 802.11n aumentou 21%

25 de junho de 2010

Fonte – Redação IPNews - 24 de junho de 2010

Aproveitando o momento, a companhia lança dois pontos de acesso voltados para ambientes wi-fi de baixa densidade. A Aruba Networks anunciou um aumento no market share de sua LAN empresarial sem fio 802.11n no primeiro trimestre de 2010 em relação ao quarto trimestre do ano anterior, de acordo com o relatório “First Quarter 2010 Wireless LAN Report” que foi recentemente pela Dell´Oro Group. Incluindo as entregas de pontos de acesso com marca e em regime de OEM, a participação de mercado da companhia aumentou para 21%, em relação a 17,3% no trimestre anterior. A receita empresarial total da Aruba e a quantidade de entregas de unidades empresariais também aumentaram. “O 802.11n é uma tecnologia disruptiva de rede que leva os usuários a reavaliarem seu relacionamento com os fornecedores tradicionais. Com isto eles estão fazendo as suas escolhas de forma mais ativa”, disse Chris Spain, vice-presidente de gerenciamento de produtos da empresa. Para atender aos ambientes wi-fi com baixa densidade de clientes, a Aruba também anunciou o lançamento de dois pontos de acesso compactos “single-radio” 802.11n. O preço de lista americano dos modelos introdutórios AP-92 e AP-93 é de US$ 395. “Nós projetamos o AP-92 e o AP-93 para aplicações em outra extremidade da escala, escritórios, clínicas, escolas e lojas varejistas com ambientes de baixa densidade de clientes que precisam de funcionalidade introdutória “single-radio” e de segurança e confiabilidade de nível empresarial”. Os equipamentos multi-funcionais AP-92 e AP-93 podem ser configurados para oferecer acesso 802.11n Wi-Fi, análise de espectrum, redes remotas, indoor mesh ou prevenção de invasão sem fio, ao longo da faixa RF de 2,4GHz até 5 GHz. Eles incorporam um Trusted Platform Module (TPM) para armazenar credenciais e senhas, mesmo se o ponto de acesso for invadido ou roubado. O AP-92 suporta antenas externas enquanto o AP-93 tem antenas internas. Ambos os pontos de acesso podem ser abastecidos por uma fonte de energia padrão 802.3af “power-over-Ethernet” (PoE) ou por uma bateria de 12V DC. Os pontos de acesso estarão disponíveis no fim de junho de 2010.

F5 Networks

19 de abril de 2010

F5-small

F5 Networks é nosso mais recente parceiro.

A F5 fornece soluções que tornam os aplicativos seguros, rápidos e disponíveis para todos, ajudando as companhias a obter melhor retorno pelo seu investimento. Ao implementar inteligência e gerenciabilidade na rede para transferir a carga de aplicativos, a F5 os otimiza, permitindo que eles trabalhem mais rapidamente e consumam menos recursos.

Cada rede corporativa é única, com uma combinação diferente de aplicativos, localizações geográficas, limites de banda e todos os desafios relacionados com isso. Os produtos da F5 apresentam a flexibilidade necessária para atender praticamente a qualquer requisito da rede. As Soluções F5 oferecem o suporte necessário para selecionar, aplicar e configurar os produtos da F5. Dessa forma, você alcançará segurança, confiabilidade e desempenho.

Gerenciar a distribuição de aplicativos em redes múltiplas é um problema complexo. As organizações tentam resolver esse impasse de várias formas diferentes: adquirindo uma banda larga mais potente, instalando servidores adicionais e até reprogramando aplicativos. No entanto, essas estratégias são caras e só parcialmente eficazes. A implementação de Produtos da F5 geralmente é muito menos custosa e resolve os problemas de forma mais direta e eficiente.

Um dos principais produtos F5 Networks é o Big-IP que trata-se de um  equipamento de Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos (Application Traffic Management). O Bip-IP é a solução para o gerenciamento do tráfego local de aplicativos, assegurando de forma financeiramente viável a disponibilização segura  de aplicações corporativas, remotas e serviços Web.

Estado australiano terá a maior rede Wi-Fi do mundo – tecnologia Aruba

24 de março de 2010

Infraestrutura, que supera a utilizada pela Força Aérea norte-americana, oferecerá cobertura para todas as escolas de New South Wales.

O estado de New South Wales, Austrália, em breve terá a maior rede sem fio centralizada de todo o mundo, oferecendo cobertura a todas as escolas da região, de acordo com o Departamento de Educação e Treinamento (DET) estadual. A rede terá 22 mil pontos de acesso distribuídos nas escolas de New South Wales, oferecendo cobertura completa em todos os campus para os 200 mil estudantes do estado. Algumas escolas terão a conectividade sem fio ampliada de uma única sala de aula para toda a estrutura institucional. O projeto de New South Wales estará completo em julho, quando a segunda etapa da distribuição terminar. Cerca de metade das escolas terá suas redes sem fio atualizadas durante a primeira fase da integração. O chefe de infraestrutura do DET, Stephen Wilson, afirmou nesta terça-feira (16/3) que sua rede equivale à rede sem fio utilizada pela Força Aérea dos Estados Unidos, e que ela continuará crescendo. “é a maior rede com monitoramento centralizado do mundo. Estamos lado a lado com a Força Aérea”, afirmou Wilson. “Todas as escolas têm acesso à rede. A segunda fase colocará a rede em todos os espaços de aprendizado.”

Netbooks

A IBM está liderando a distribuição com o hardware da série Aruba. A rede será utilizada por milhares de estudantes de nove a 12 anos. Eles também estão recebendo computadores portáteis ThinkPad Mini 10, da Lenovo. Cerca de 66 mil notebooks foram distribuídos para estudantes de 9 anos no último ano pelo DET, como parte da iniciativa Revolução da Educação Digital, um investimento de 2,2 bilhões de dólares. O Ministro da Educação de New South Wales, Verity Firth, também afirmou que mais 10 mil computadores chegarão às escolas a cada semana durante o resto de 2010, chegando aos 130 mil laptops distribuídos até a metade do ano.

Plano de banda larga

Os Estados Unidos também estão investindo na estrutura de acesso sem fio. A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) recomendará a implantação de uma rede de banda larga sem fio gratuita ou de baixo custo em todo o território norte-americano.

Por IDG News Service – Publicada em 16 de março de 2010 às 15h07

Aruba Networks

16 de dezembro de 2009

A Aruba Networks é uma fornecedora de soluções de mobilidade que permitem acesso seguro às aplicações de dados, voz e vídeo para redes empresariais com ou sem fio.

Com sede em Sunnyvale, Califórnia, tem operações nas Américas, Europa, Oriente Médio e regiões da Ásia Pacífico em mais de 130 países através de parceiros.

Com mais de 8.000 clientes no mundo inteiro Aruba oferece  um serviço de infra-estrutura corporativa sem fio segura, confiável, gerenciável e escalonável. Só a Aruba pode fornecer os elementos essenciais necessários para otimizar sua rede oferecendo uma vantagem sem precedentes na redução de custos e da complexidade,  enquanto fornece acesso à rede altamente segura e confiável para seus usuários onde quer que trabalhem ou vaguem.

A arquitetura Arubarightsizing” possibilita que os usuários circulem em diferentes locais dentro da empresa e fora dela garantindo o acesso seguro a todos os recursos da rede. Com a arquitetura  ”rightsizing”, os departamentos de TI podem gerenciar o acesso dos usuários à rede, aplicando políticas corporativas de maneira consistente, a partir de um único ponto de controle.

A LDC Soluções é parceira Aruba Networks há três anos.

Ruckus Wireless

9 de dezembro de 2009

A LDC Soluções está apta a desenvolver, implantar e acompanhar projetos Ruckus Wireless.  Solicite-nos uma visita no ruckus@ldc.com.br ou pelo 34 3318 1624.

Ruckus Wireless™ é uma empresa privada pioneira na tecnologia Wi-Fi fundada em junho de 2004, no Vale do Silício, Califórnia, E.U.A.. A empresa projeta, fabrica e comercializa produtos “Smart Wi-Fi” e sistemas Smart Wireless LAN (WLAN), baseados em patentes da tecnologia Wi-Fi.

Nomeada “Technology Pioneer” pelo World Economic Forum, Ruckus Wireless é amplamente reconhecida pelo desenvolvimento da primeira tecnologia Smart Wi-Fi da indústria. Smart Wi-Fi utiliza tecnologias relacionadas com antenas sofitiscadas e qualidade de serviço para ampliar a cobertura de sinais Wi-Fi, evitando interferências automaticamente e ajustando-se dinamicamente para fazer face às alterações ambientais. Isso resulta em um sistema Wi-Fi, com maior cobertura e confiabilidade.

Os clientes empresariais incluem escolas, hotéis, hospitais, instalações fabris e muito mais, incluindo: Maginet, Lodgian Hotels, o Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, Community Medical Center, Delta Distrito Escolar, Intercontinental Hotels, JW Marriott Xangai, Sandals Resorts, BP, ADI Logística e outras.

A Ruckus tem como clientes uma grande e diversificada base de operadores de telecomunicação de classe mundial, incluindo: PCCW (Hong Kong), a Belgacom (Bélgica), a Deutsche Telekom (Alemanha), Telefonica del Sur (Chile), Telecom áustria, SingTel (Singapura), TeliaSonera (Escandinávia), e muitos mais.

Ruckus Wireless vende os seus produtos no mundo inteiro através de canais directos e indirectos. Até o momento, mais de 500.000 sistemas Wi-Fi Ruckus foram despachados e mais de um milhão de pontos de acessos equipados com a tecnologia patenteada Ruckus-BeamFlex™, foram vendidos ao redor do mundo.

A Ruckus Wireless comercializa duas emblemáticas linhas de produtos: ZoneFlex™ Smart Wireless LAN sistemas para empresas e MediaFlex™ Smart Wi-Fi produtos para os prestadores de serviços. Para gerenciar remotamente esses produtos, FlexMaster™ oferece funcionalidades avançadas para controlar e administrar os pontos de acesso Ruckus Smart Wi-Fi e sistemas Smart WLAN.

Mais informações em www.ruckuswireless.com

Cresce o interesse de líderes de TI por armazenamento em nuvem

13 de outubro de 2009

Cresce o interesse de líderes de TI por armazenamento em nuvem, embora o modelo não seja adequado a qualquer tipo de informação, segundo alerta analista.

O armazenamento de dados em no modelo de computação em nuvem (cloud computing) – também conhecido como DaaS (date as a service ou, em português, dados como serviços) – está ganhando a atenção dos líderes de TI. Segundo pesquisa realizada pelo site da CIO norte-americana, 46% dos decisores da área de tecnologia já analisam a possibilidade de adotar essa modalidade. O principal apelo desse padrão de armazenamento, de acordo com o analista da consultoria Pund-IT, Charles King, é em relação à prática de backup (recuperação), já que demanda menos custos do que a criação de um segundo data center. Também nessa linha, King defende que esse tende a ser um caminho para que os provedores forneçam serviços relacionados também a aplicações secundárias, como CRM (sistema gestão de relacionamento com clientes) e ERP (sistema de gestão empresarial). O analista, apesar de advogar em favor do armazenamento em cloud computing, destaca que o modelo não é adequado a qualquer tipo de informação. Para ele, dados sigilosos – principalmente ligados a instituições financeiras e governamentais – não poderão ser guardados virtualmente. Isso porque, segundo o especialista, normas regulatórias de segurança requerem que tais arquivos sejam guardados, criptografados e rastreados por meio de centros físicos de processamento. Dadas as incertezas que ainda rondam o padrão de computação em nuvem, é certo que os CIOs só o adotarão quando tiverem garantias de como suas informações serão guardadas e como poderão manuseá-las com segurança.

(28 Set 2009| FONTE – ComputerWorld).

O que é Cloud Computing

21 de setembro de 2009

A nuvem computacional ou cloud computing consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.

Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com Tecnologia da Informação (TI). “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. é dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina.

Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a “grande nuvem” de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.

Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infra-estrutura para gerenciamento, que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, equilíbrio dinâmico do workload e monitoração do desempenho.

Fonte: Wikipédia